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29 de dezembro de 2018, 10h11

Justiça argentina condena mais dois militares por sequestros e tortura na ditadura

Um ex-comandante da Força Aérea e um ex-agente de inteligência foram condenados a 15 e 13 anos de prisão, respectivamente

Foto: Reprodução/YouTube Enquanto o Brasil apresenta retrocessos nessa questão, um ex-comandante da Força Aérea Argentina e um ex-agente de inteligência foram condenados a 15 e 13 anos de prisão, respectivamente. A pena é consequência da participação de ambos em sequestros e tortura durante a ditadura militar, que comandou o país entre 1976 e 1983, de acordo com informações do site Sputnik. Os crimes de Omar Rubens Graffigna e Jorge Monteverde foram cometidos no centro clandestino chamado Virrey Cevallos, localizado em Buenos Aires, que estava sob o comando da Força Aérea. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será...

Foto: Reprodução/YouTube

Enquanto o Brasil apresenta retrocessos nessa questão, um ex-comandante da Força Aérea Argentina e um ex-agente de inteligência foram condenados a 15 e 13 anos de prisão, respectivamente. A pena é consequência da participação de ambos em sequestros e tortura durante a ditadura militar, que comandou o país entre 1976 e 1983, de acordo com informações do site Sputnik.

Os crimes de Omar Rubens Graffigna e Jorge Monteverde foram cometidos no centro clandestino chamado Virrey Cevallos, localizado em Buenos Aires, que estava sob o comando da Força Aérea.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

A mesma decisão absolveu Enrique Monteverde, irmão de Jorge, também acusado dos mesmos crimes.

O único que participou da audiência foi Graffigna, de 91 anos. Ele já havia sido acusado em outro julgamento por crimes contra a humanidade, porém, foi absolvido em 1985.

Organizações ligadas à defesa de direitos humanos projetam que durante a ditadura argentina aproximadamente 30 mil pessoas foram mortas ou desaparecidas.

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