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07 de março de 2017, 13h25

Laudo de menino morto na porta do Habib’s diz que causa foi infarto decorrente de uso de droga

De acordo com o laudo necroscópico do Instituto de Criminalística (IC), o menino João Victor Souza de Carvalho, morto no dia 26/02, na porta do Habib’s da Zona Norte de São Paulo teve uma parada cardiorrespiratória provocada pelo uso de lança-perfume.

De acordo com o laudo necroscópico do Instituto de Criminalística (IC), o menino João Victor Souza de Carvalho, morto no dia 26/02, na porta do Habib’s da Zona Norte de São Paulo teve uma parada cardiorrespiratória provocada pelo uso de lança-perfume. Da Redação com Informações do G1 De acordo com o laudo necroscópico do Instituto de Criminalística (IC), o menino João Victor Souza de Carvalho, morto no dia 26/02, na porta do Habib’s da Zona Norte de São Paulo teve uma parada cardiorrespiratória provocada pelo uso de lança-perfume. A polícia ainda investiga se houve agressão. O resultado do exame isenta, em...

De acordo com o laudo necroscópico do Instituto de Criminalística (IC), o menino João Victor Souza de Carvalho, morto no dia 26/02, na porta do Habib’s da Zona Norte de São Paulo teve uma parada cardiorrespiratória provocada pelo uso de lança-perfume.

Da Redação com Informações do G1

De acordo com o laudo necroscópico do Instituto de Criminalística (IC), o menino João Victor Souza de Carvalho, morto no dia 26/02, na porta do Habib’s da Zona Norte de São Paulo teve uma parada cardiorrespiratória provocada pelo uso de lança-perfume. A polícia ainda investiga se houve agressão.

O resultado do exame isenta, em tese, a possibilidade de a morte do garoto de 13 anos ter sido causada após uma agressão. A Polícia Civil tinha aberto inquérito para investigar se o menor foi morto após apanhar ou se teve um mal súbito.

O 28º Distrito Policial (DP), Freguesia do Ó, tinha registrado o caso como ‘morte suspeita’ a esclarecer. Testemunhas ouvidas pela investigação contaram ter visto João ser agredido por funcionários do Habib’s.

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Uma testemunha, que teve seu depoimento negado por ser “nóia”, de acordo com um policial, disse que viu o menino sendo espancado por dois homens vestidos com uniformes da lanchonete. Segundo outra testemunha, um motorista de ônibus, essas duas pessoas de branco estão com uniforme do Habib’s e seriam o gerente e o supervisor da lanchonete.

Um vídeo com imagens de câmera de segurança divulgado pelo site de direitos humanos Ponte Jornalismo, que mostra seguranças do Habib’s arrastando o garoto pelos braços, deixa ainda mais evidente o assassinato do adolescente João Victor por seguranças do Habib’s. A polícia analisa o vídeo para comprovar se o menino foi agredido, o que configuraria crime de lesão corporal.

O Habib’s publicou nota onde diz que conduta do garoto estava incontrolável e ameaçava patrimônio.

 

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