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04 de julho de 2018, 22h16

Lava Jato abre inquérito sobre repasses a escritórios de advocacia

Força-tarefa no Rio de Janeiro abriu investigação que tem como um dos alvos o escritório dos advogados do ex-presidente Lula

O juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro (Reprodução)
A força-tarefa da operação Lava Jato no Rio de Janeiro abriu um inquérito exclusivo para apurar repasses em torno de R$ 165 milhões feitos pela Fecomércio, na gestão de Orlando Diniz, para grandes escritórios de advocacia. As informações são do site ‘O Antagonista’ e, de acordo com a reportagem, um dos alvos do inquérito seria o escritório dos advogados que defendem o ex-presidente Lula. A investigação corre no âmbito da Operação Jabuti. Investigações anteriores apontam que os repasses foram feitos de forma ilegal com recursos provenientes dos cofres do Sesc e do Senac. De acordo com a força-tarefa, a maior...

A força-tarefa da operação Lava Jato no Rio de Janeiro abriu um inquérito exclusivo para apurar repasses em torno de R$ 165 milhões feitos pela Fecomércio, na gestão de Orlando Diniz, para grandes escritórios de advocacia. As informações são do site O Antagonista’ e, de acordo com a reportagem, um dos alvos do inquérito seria o escritório dos advogados que defendem o ex-presidente Lula. A investigação corre no âmbito da Operação Jabuti.

Investigações anteriores apontam que os repasses foram feitos de forma ilegal com recursos provenientes dos cofres do Sesc e do Senac. De acordo com a força-tarefa, a maior parte dos recursos – cerca de R$ 68 milhões – teria sido destinada ao escritório de Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, advogados de Lula.

O escritório de advocacia ainda não se pronunciou sobre as informações contidas na reportagem.

 

Veja também:  Defesa de Lula emite nota sobre mensagens publicadas no The Intercept

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