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27 de junho de 2016, 14h26

Líder do PMDB no Congresso nega que motivo do afastamento de Dilma tenha sido pedaladas

“Na minha tese, não teve esse negócio de pedalada. Eu estudo isso, faço parte da Comissão de Orçamento”, disse a senadora Rosa Freitas (PMDB-ES) Por Redação Em entrevista à Rádio Itatiaia no último sábado (25), a senadora Rose Freitas (PMDB-ES) afirmou que a presidente Dilma não foi afastada por conta das pedaladas fiscais. “Na minha tese, não teve esse negócio de pedalada. Eu estudo isso, faço parte da Comissão de Orçamento. O que teve foi um país paralisado, sem direção e sem base nenhuma para administrar”, disse a senadora. Antes de Rose, o presidente interino Michel Temer, já havia, num...

“Na minha tese, não teve esse negócio de pedalada. Eu estudo isso, faço parte da Comissão de Orçamento”, disse a senadora Rosa Freitas (PMDB-ES)

Por Redação

Em entrevista à Rádio Itatiaia no último sábado (25), a senadora Rose Freitas (PMDB-ES) afirmou que a presidente Dilma não foi afastada por conta das pedaladas fiscais.

“Na minha tese, não teve esse negócio de pedalada. Eu estudo isso, faço parte da Comissão de Orçamento. O que teve foi um país paralisado, sem direção e sem base nenhuma para administrar”, disse a senadora.

Antes de Rose, o presidente interino Michel Temer, já havia, num ato falho, “admitido” o golpe em uma entrevista à Globo News.

Nesta segunda-feira (27), uma perícia realizada a pedido do Senado com quatro técnicos explicou que as atitudes da equipe financeira de Dilma não foram pedaladas fiscais e que ela apenas deveria ter pedido prévia autorização do Congresso antes de determinar as medidas.

Foto de Capa: Agência Senado

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