19 de fevereiro de 2019, 00h19

Liderado por Kim Kataguiri, grupo lança Frente Parlamentar pelo Livre Mercado

O objetivo dos deputados é o avanço de pautas econômicas como a flexibilização das leis trabalhistas e a aprovação da Reforma da Previdência, abertamente defendida por Kim e pelo MBL nas redes sociais.

Deputados anunciam criação de frente pelo livre marcado na Câmara - Reprodução/Twitter
Um grupo de deputados liderado por Kim Kataguiri (DEM-SP), do Movimento Brasil Livre (MBL), lança nesta terça-feira (19), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar pelo Livre Mercado. Uma reunião para instalação da frente está prevista para as 11h. O objetivo dos deputados é o avanço de pautas econômicas como a flexibilização das leis trabalhistas e a aprovação da Reforma da Previdência, abertamente defendida por Kim e pelo MBL nas redes sociais. O primeiro desafio do grupo, portanto, será a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para promover mudanças nas aposentadorias, que chega ao Congresso nesta quarta (20)....

Um grupo de deputados liderado por Kim Kataguiri (DEM-SP), do Movimento Brasil Livre (MBL), lança nesta terça-feira (19), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar pelo Livre Mercado. Uma reunião para instalação da frente está prevista para as 11h.

O objetivo dos deputados é o avanço de pautas econômicas como a flexibilização das leis trabalhistas e a aprovação da Reforma da Previdência, abertamente defendida por Kim e pelo MBL nas redes sociais.

O primeiro desafio do grupo, portanto, será a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para promover mudanças nas aposentadorias, que chega ao Congresso nesta quarta (20).

Kim Kataguiri chegou a fazer campanha para ser escolhido relator da reforma. No entanto, o presidente da Câmara, o também demista Rodrigo Maia, vetou o nome, afirmando que o relator da PEC não seria alguém do DEM.

A PEC da Reforma da Previdência deve propor idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, a mesma idade mínima do projeto enviado pelo ex-presidente Michel Temer.

Isso representa um tempo de contribuição superior ao que havia sido anunciado antes por Bolsonaro. Em entrevistas, ele afirmava que a idade mínima seria de 57 anos para mulheres e 62 anos para homens. O período de transição para as novas regras deve ficar em 12 anos.