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17 de janeiro de 2019, 11h33

Líderes da oposição venezuelana se encontram com ministro das Relações Exteriores no Itamaraty

O encontro com os líderes da direita venezuelana acontece um dia depois da visita do presidente da Argentina, Mauricio Macri, a Jair Bolsonaro (PSL). Em discurso, Macri criticou duramente Maduro e deu sinais de uma intervenção no país vizinho.

O chanceler Ernesto Araújo e Jair Bolsonaro - Agência Brasil
Líderes da oposição ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, se reúnem nesta quinta-feira (17) com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo. O ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma, o ex-presidente da Assembleia Nacional (AN) Julio Borges, e o número dois do partido Vontade Popular (VP), Carlos Vecchio, que vivem fora do país, desembarcaram nesta quarta-feira (16) em Brasília. Nesta quinta-feira, Miguel Ángel Martín, ex-presidente do Tribunal Supremo de Justiça venezuelano chega para participar da reunião. O encontro com os líderes da direita venezuelana acontece um dia depois da visita do presidente da Argentina, Mauricio Macri, a Jair Bolsonaro...

Líderes da oposição ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, se reúnem nesta quinta-feira (17) com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo. O ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma, o ex-presidente da Assembleia Nacional (AN) Julio Borges, e o número dois do partido Vontade Popular (VP), Carlos Vecchio, que vivem fora do país, desembarcaram nesta quarta-feira (16) em Brasília. Nesta quinta-feira, Miguel Ángel Martín, ex-presidente do Tribunal Supremo de Justiça venezuelano chega para participar da reunião.

O encontro com os líderes da direita venezuelana acontece um dia depois da visita do presidente da Argentina, Mauricio Macri, a Jair Bolsonaro (PSL). Em discurso, Macri criticou duramente Maduro e deu sinais de uma intervenção no país vizinho.

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“Compartilhamos da preocupação com os venezuelanos. Não aceitamos ditadura na democracia. A comunidade internacional já se deu conta. Maduro é um ditador que se perpetua no poder com eleições fictícias, encarcerando opositores. Reiteramos que reconhecemos a Assembleia Nacional como a única instituição legítima da Venezuela, eleita democraticamente”.

Veja também:  Sobre (des)governar em uma democracia presidencialista multipartidária com a cabeça na ditadura

Segundo o jornal O Globo, os quatro opositores vivem no exílio e representam uma facção da oposição que frequentemente discorda da que ficou no país. A reunião, que consta na agenda oficial de Araújo, acontece pela manhã.

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