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19 de fevereiro de 2018, 19h52

Luislinda Valois deixa Ministério dos Direitos Humanos

O atual subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Valo Rocha, ex-advogado do deputado cassado Eduardo Cunha, acumulará as duas funções

Subordinado ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o advogado Gustavo do Vale Rocha é subchefe de Assuntos Jurídicos da pasta e integra o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) – Foto: Geraldo Magela/Agência Senado A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, entregou o cargo na tarde desta segunda-feira (19). Agora, a pasta passa a ser comandada interinamente pelo atual subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha, que acumulará as duas funções. As informações foram divulgadas em nota pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República. Luislinda assumiu o cargo em fevereiro de 2017, quando...

Subordinado ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o advogado Gustavo do Vale Rocha é subchefe de Assuntos Jurídicos da pasta e integra o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) – Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, entregou o cargo na tarde desta segunda-feira (19). Agora, a pasta passa a ser comandada interinamente pelo atual subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha, que acumulará as duas funções. As informações foram divulgadas em nota pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

Luislinda assumiu o cargo em fevereiro de 2017, quando o ministério foi recriado por Michel Temer. Em dezembro, em meio à decisão do PSDB de deixar o governo, Luislinda chegou a se desfiliar do partido. Antes de ser ministra dos Direitos Humanos, ela foi secretária nacional de Promoção da Igualdade Racial do Ministério da Justiça.

Subordinado ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o advogado Gustavo do Vale Rocha é subchefe de Assuntos Jurídicos da pasta e integra o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Ex-advogado do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ele foi um dos personagens no episódio que resultou nas demissões, ainda em 2016, dos então ministros Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Marcelo Calero (Cultura).

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Em gravação apresentada por Calero à Polícia Federal, Gustavo do Vale discutia com o então ministro da Cultura a situação do condomínio de Salvador que havia sido embargado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Geddel tem um apartamento nesse imóvel e cobrava a liberação das obras.

Com informações da Agência Brasil

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