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28 de abril de 2014, 10h40

Mãe de DG contrata peritos dos EUA para investigar a morte do filho

Ainda ressabiada com a polícia, Maria de Fátima permitirá que os profissionais estrangeiros tenham acesso a toda documentação

Ainda ressabiada com a polícia, Maria de Fátima permitirá que os profissionais estrangeiros tenham acesso a toda documentação Por Redação Maria de Fátima da Silva, mãe do dançarino Douglas Pereira, afirmou no último domingo (27) que irá contratar peritos dos EUA para que realizem uma investigação paralela do assassinato do filho. “Entreguei os documentos que foram encontrados junto ao corpo do meu filho, que estavam molhados. Eles também possuem acesso a todo o caso”, disse Maria de Fátima, logo após o ato que lembrou a morte de DG, como era conhecido entre os amigos. Uma semana atrás, no dia 20 de...

Ainda ressabiada com a polícia, Maria de Fátima permitirá que os profissionais estrangeiros tenham acesso a toda documentação

Por Redação

Maria de Fátima da Silva, mãe do dançarino Douglas Pereira, afirmou no último domingo (27) que irá contratar peritos dos EUA para que realizem uma investigação paralela do assassinato do filho. “Entreguei os documentos que foram encontrados junto ao corpo do meu filho, que estavam molhados. Eles também possuem acesso a todo o caso”, disse Maria de Fátima, logo após o ato que lembrou a morte de DG, como era conhecido entre os amigos.

Uma semana atrás, no dia 20 de abril, o corpo de DG foi encontrado nos fundos de uma creche na comunidade de Pavão-Pavãozinho. Moradores e testemunhas sustentam que PMs e a UPP local teriam executado o dançarino.

Recentemente, Maria de Fátima recusou um encontro pedido pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmando que o político queria se promover com a morte do filho. “Não preciso me encontrar com ele, e evitei que ele fizesse do caso uma vitrine política”, afirmou a mãe do dançarino.

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Durante a homenagem a DG, manifestantes gritavam palavras de ordem contra a UPP. “Polícia Assassina”. Policiais que acompanhavam o ato foram alvo de protesto.

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