05 de dezembro de 2018, 07h20

Magno Malta volta a falar: “achava que ia ser ministro e não fui”

Perguntado se estaria chateado por ter sido preterido do governo, Malta não respondeu, apenas "mexeu os ombros". Sobre as escolhas de Bolsonaro, ele não cita nomes, mas demonstrou incomodo. "Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando…"

Reprodução

Em entrevista a Amanda Audi, no site The Intercept Brasil, o senador Magno Malta voltou a falar, após dias de reclusão em seu sítio em Viana, região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo. “Visivelmente abatido”, Malta negou que estivesse magoado com o presidente eleito e amigo, Jair Bolsonaro (PSL), mas, segundo a repórter, mostrou ressentimento.

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“A autoridade é dele, ele é o presidente desse país. A amizade não vai acabar porque durante dois meses da eleição eu achava que ia ser ministro e eu não fui ministro”, disse o senador, derrotado nas eleições de outubro, que pretende se dedicar agora ao seu projeto missionário e à música gospel.

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Perguntado se estaria chateado por ter sido preterido do governo, Malta não respondeu, apenas “mexeu os ombros”. Sobre as escolhas de Bolsonaro, ele não cita nomes, mas demonstrou incomodo. “Você vê muita gente que falava mal dele, não pedia voto, e agora tá aí, se aproximando…”

Elefante branco
Chamado de “elefante branco na sala” pelo vice presidente eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), Malta disse que já saiu em defesa do militar e, acreditando ter sido uma “fala infeliz”, disse que “não quer brigar”.

Frequentador do Congresso por 30 anos, Malta afirmou ainda que muita gente vai querer se aproximar de Bolsonaro, “como moscas perto do mel”. “A maioria é mosca de varejo. Ele vai ter que fazer acordo lá”.

Leia a entrevista completa no The Intercept Brasil.

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