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24 de abril de 2018, 22h01

Mais uma vez, Cármen Lúcia “empurra” julgamento de ação contra Moro no CNJ

A presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia, adiou mais uma vez o julgamento da ação contra o juiz Sérgio Moro por ter divulgado ilegalmente um grampo de uma conversa telefônica entre a ex-presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula

Pela terceira vez neste ano, a presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, adiou o julgamento de uma ação contra o juiz Sérgio Moro. Prevista para ser analisada nesta terça-feira (24), a ação que pede punição do magistrado por grampear uma ligação entre o ex-presidente Lula e a ex-presidenta Dilma Rousseff e divulgá-la de forma ilegal em 2016 não foi incluída na sessão plenária do CNJ pela ministra e não há data prevista para que isso ocorra. Essa representação foi levada ao CNJ pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ), Afonso Florence (PT-BA), Henrique Fontana (PT-RS), Paulo Teixeira...

Pela terceira vez neste ano, a presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, adiou o julgamento de uma ação contra o juiz Sérgio Moro. Prevista para ser analisada nesta terça-feira (24), a ação que pede punição do magistrado por grampear uma ligação entre o ex-presidente Lula e a ex-presidenta Dilma Rousseff e divulgá-la de forma ilegal em 2016 não foi incluída na sessão plenária do CNJ pela ministra e não há data prevista para que isso ocorra.

Essa representação foi levada ao CNJ pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ), Afonso Florence (PT-BA), Henrique Fontana (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-RS), Pepe Vargas (PT-RS) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Eles argumentam que Moro violou norma constitucional ao autorizar o grampo contra uma presidenta da República, já que somente o Supremo Tribunal Federal (STF) pode o fazer. Mais do que isso, Moro, que é um juiz de primeira instância, vazou os áudios à imprensa.

 

Veja também:  Em primeira manifestação sobre vazamentos, Bolsonaro defende Moro: "o que ele fez não tem preço”

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