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05 de junho de 2014, 12h01

Manifestação LGBT é reprimida com força policial no Paraguai; assista

Marcha reivindicava que o governo paraguaio seguisse resolução pelos direitos LGBT apresentada pelo governo brasileiro na 44ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA)

Marcha reivindicava que o governo paraguaio seguisse resolução pelos direitos LGBT apresentada pelo governo brasileiro na 44ª  Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) Por Redação Ativistas pelos direitos LGBT do Paraguai realizaram marcha nesta segunda-feira (2) na cidade de Luque e sofreram forte repressão policial que deixou manifestantes e jornalistas feridos. O fato se tornou público depois que a organização paraguaia “Somos Gay Paraguay” publicou um vídeo com as cenas do ocorrido. A marcha foi realizada nos entornos da sede da Confederação Sul-Americana do Futebol de Suque, onde, desde terça-feira (3), acontece a 44ª Assembleia Geral da Organização...

Marcha reivindicava que o governo paraguaio seguisse resolução pelos direitos LGBT apresentada pelo governo brasileiro na 44ª  Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA)

Por Redação

Ativistas pelos direitos LGBT do Paraguai realizaram marcha nesta segunda-feira (2) na cidade de Luque e sofreram forte repressão policial que deixou manifestantes e jornalistas feridos. O fato se tornou público depois que a organização paraguaia “Somos Gay Paraguay” publicou um vídeo com as cenas do ocorrido.

A marcha foi realizada nos entornos da sede da Confederação Sul-Americana do Futebol de Suque, onde, desde terça-feira (3), acontece a 44ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA). O movimento LGBT do Paraguai reivindica que o governo paraguaio apoie a resolução sobre Direitos Humanos, orientação sexual, identidade e expressão de gênero apresentada pelo Brasil, que até o momento foi apoiada apenas por quatro países.

Em manifesto, a organização “Somos Gays Paraguay” declarou que a repressão policial contra a manifestação apenas demonstra “a postura intolerante, promotora de ódio e contrária dos direitos humanos das e dos paraguaios do governo nacional”. Ainda de acordo com relatos, dez pessoas ficaram feridas a partir de agressões com cassetetes e gás de pimenta. Jornalistas que cobriam a manifestação também foram agredidos, de acordo com denúncias. Por sua vez, Ramón Ávilla, porta-voz do governo, declarou que foram os manifestantes que deram início aos atos de violência.

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(Crédito da foto da capa: Somos Gay Paraguay)

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