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17 de agosto de 2007, 11h09

Manifesto critica provável liberação algodão transgênico pela CTNBio

Comissão de Biossegurança estuda liberar quatro tipos de algodão transgênico. Em audiência pública, movimentos sociais repudiam a provável liberação

Comissão de Biossegurança estuda liberar quatro tipos de algodão transgênico. Em audiência pública, movimentos sociais repudiam a provável liberação

Por Redação

Após a liberação de uma nova variedade de milho geneticamente modificado, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) poderá liberar quatro variedades de algodão transgênico. Em audiência publica no Senado Federal (DF) nesta sexta-feira, 17, a Articulação do Semi-Árido (ASA) e a Via Campesina lançam documento em que apresentam os risco que a liberação do algodão transgênico representa para o Semi-Árido brasileiro.

Segundo o documento intitulado “Por um Semi-Árido livre de algodão transgênico”, a contaminação do algodão pela semente geneticamente modificada, é tida como certa e afirma que a população do Semi-Árido brasileiro quer que a região seja uma zona de exclusão do algodão transgênico.

O documento será lido durante a audiência, proposta pela CTNBio. Das quatro variedades de algodão transgênico, três foram criadas pela empresa Monsato e uma pela Bayer.

Para a carta na íntegra, clique aqui.