29 de novembro de 2018, 16h20

Marcelo D2 ironiza continência de Bolsonaro a assessor de Trump

“Só perguntando: um presidente de uma nação prestar continência a um assessor de outra não é meio estranho? Não era pra ser Brasil acima de todos?”, questionou o cantor

Foto: Divulgação Acostumado a ser contundente em seus comentários e intervenções políticas nas redes sociais e nos shows, o cantor Marcelo D2, dessa vez, usou de ironia no Twitter para criticar o fato de Jair Bolsonaro ter prestado continência para receber, em sua casa, o assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, para uma reunião nesta quinta-feira (29). “Só perguntando: um presidente de uma nação prestar continência a um assessor de outra não é meio estranho? Não era pra ser Brasil acima de todos?”, questionou D2, em tom irônico. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019....

Foto: Divulgação

Acostumado a ser contundente em seus comentários e intervenções políticas nas redes sociais e nos shows, o cantor Marcelo D2, dessa vez, usou de ironia no Twitter para criticar o fato de Jair Bolsonaro ter prestado continência para receber, em sua casa, o assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, para uma reunião nesta quinta-feira (29).

“Só perguntando: um presidente de uma nação prestar continência a um assessor de outra não é meio estranho? Não era pra ser Brasil acima de todos?”, questionou D2, em tom irônico.

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Em nova postagem, Marcelo D2 continuou as críticas ao militar eleito, constatando a subserviência do eleito ao governo dos EUA. O cantor comparou Bolsonaro à modelo Luma de Oliveira, que usou uma “coleira” escrita “Eike”, no Carnaval de 1998, em homenagem ao seu então marido, o empresário Eike Batista.

“Só outra pergunta (essa maldosa): será que vai ter político usando coleira escrito Trump nesse carnaval?”, disparou D2.