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04 de maio de 2019, 17h53

Marcelo Freixo chama Abraham Weintraub de cínico, mentiroso e inimigo da Educação

“Depois do discursinho sobre os custos de um universitário e de uma criança na creche, descobrimos que o ministro Nota Zero cortou R$ 2,4 bilhões da Educação Básica”, disse ainda Freixo

Foto: Leo Martins / Agência O Globo
O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) fez críticas contundentes ao ministro da Educação Abraham Weintraub através de sua conta do Twitter, neste sábado (4). Freixo disse que “depois do discursinho sobre os custos de um universitário e de uma criança na creche, descobrimos que o ministro Nota Zero cortou R$ 2,4 bilhões da Educação Básica”, e completou: “sabe o que eu faria em seu lugar, @AbrahamWeint? Deixaria de ser cínico e mentiroso. Você é inimigo da Educação”, com concluiu. Depois do discursinho sobre os custos de um universitário e de uma criança na creche, descobrimos que o ministro Nota Zero...

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) fez críticas contundentes ao ministro da Educação Abraham Weintraub através de sua conta do Twitter, neste sábado (4).

Freixo disse que “depois do discursinho sobre os custos de um universitário e de uma criança na creche, descobrimos que o ministro Nota Zero cortou R$ 2,4 bilhões da Educação Básica”, e completou: “sabe o que eu faria em seu lugar, @AbrahamWeint? Deixaria de ser cínico e mentiroso. Você é inimigo da Educação”, com concluiu.

“Depois do discursinho sobre os custos de um universitário e de uma criança na creche, descobrimos que o ministro Nota Zero cortou R$ 2,4 bilhões da Educação Básica. Sabe o que eu faria em seu lugar, @AbrahamWeint? Deixaria de ser cínico e mentiroso. Você é inimigo da Educação.”

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Freixo se referiu, em seu tuíte, a vídeo postado no início da noite de terça-feira (30) em sua conta no Twitter, onde Weintraub questionou se os contribuintes preferem que o dinheiro dos impostos seja gasto com alunos de graduação ou de creches.

“Para cada aluno de graduação que eu coloco na faculdade, eu poderia trazer dez crianças para uma creche. Crianças que geralmente são mais humildes, mais pobres, mais carentes, e que, hoje, não têm creches para elas. O que você faria no meu lugar?”, disse, sem explicar se os dados são uma média ou se referem a instituições específicas.

O Ministério da Educação (MEC) congelou também mais recursos da educação básica do que das universidades federais. Apesar do discurso do governo federal de dar prioridade à base do ensino público, ao menos R$ 2,4 bilhões que estavam previstos para investimentos em programas da educação infantil ao ensino médio foram bloqueados. As universidades federais estão sem R$ 2,2 bilhões.

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O contingenciamento vai na contramão do que defende o presidente Jair Bolsonaro (PSL) desde a campanha eleitoral: o aumento de investimento para a educação básica em detrimento do ensino superior. Anteontem, o presidente, em entrevista ao SBT, reafirmou a prioridade de seu governo: “A gente não vai cortar recurso por cortar. A ideia é pegar e investir na educação básica”.

 

 

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