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12 de dezembro de 2018, 14h53

Matador de Campinas em diário: “qual será a pena p/ os viados q estão ‘ouvindo minha casa'”

Euler Grandolpho, que matou 4 pessoas e se suicidou no atentado dentro da Catedral de Campinas, mantinha diário em que faz possíveis referências a outros massacres ocorridos no Brasil e descreve que estaria sendo "perseguido".

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Euler Grandolpho, que matou 4 pessoas e se suicidou no atentado dentro da Catedral de Campinas, no interior de São Paulo, mantinha um diário em que faz possíveis referências a outros massacres ocorridos no Brasil e descreve que estaria sendo “perseguido”. Blog do Rovai: Euler, o matador de Campinas, é o típico cidadão de bem “170 km/h foi condenado a 9,5 anos, qual será a pena p/ os viados q estão “ouvindo minha casa”, me perseguindo etc, etc, etc… há + de 10 anos? Uma viagem pelo mediterrâneo com direito a acompanhante com tudo pago ?????”, escreve em um trecho, sobre...

Euler Grandolpho, que matou 4 pessoas e se suicidou no atentado dentro da Catedral de Campinas, no interior de São Paulo, mantinha um diário em que faz possíveis referências a outros massacres ocorridos no Brasil e descreve que estaria sendo “perseguido”.

Blog do Rovai: Euler, o matador de Campinas, é o típico cidadão de bem

“170 km/h foi condenado a 9,5 anos, qual será a pena p/ os viados q estão “ouvindo minha casa”, me perseguindo etc, etc, etc… há + de 10 anos? Uma viagem pelo mediterrâneo com direito a acompanhante com tudo pago ?????”, escreve em um trecho, sobre as supostas ameaças.

“Passei com o meu cão em frente uma construção ao lado de uma casa q. os moradores tem uma veterinária e uma delas gritou com ‘as paredes’: ‘e aí Ceará’, sobre o massacre ocorrido dias atrás. Ok. Hj, 31/01/18 passei por lá e falei alto com o celular desligado na orelha E AÍ REALENGO”, escreveu.

A referência provável é à chacina ocorrida no dia 27 de janeiro deste ano em uma casa de shows de Fortaleza onde 14 pessoas foram assassinadas. Já “Realengo” é uma possível referência ao que ficou conhecido como massacre de Realengo, quando 12 crianças foram mortas e outras 11 ficaram feridas na Escola Municipal Tasso da Silveira, na zona oeste do Rio, em 2011.

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As informações são da Folha de S.Paulo.

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