12 de dezembro de 2018, 18h35

Ministério Público de Goiás pede prisão preventiva de João de Deus

Médium fez nesta quarta-feira (12) sua primeira aparição pública após as centenas de denúncias de abuso sexual

Foto: Divulgação

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) protocolou na Justiça, no final da tarde desta quarta-feira (12), um pedido de prisão preventiva do médium João de Deus. O religioso foi acusado por centenas de mulheres que foram atendidas em seu centro espírita em Abadiânia (GO) de abuso sexual.

Somente o MP de Goiás recebeu mais de 200 denúncias contra João de Deus. Outras centenas foram protocoladas em todo o país. Ao todo, o líder espiritual é acusado de abuso sexual por mais de 450 mulheres.

As primeiras denúncias vieram à tona no “Programa do Bial”, da Globo, na última sexta-feira (8), em que algumas mulheres que alegam o abuso sexual de João de Deus foram entrevistadas. Desde então surgiram outras centenas de denúncias.

O pedido de prisão coincide com o mesmo dia que João de Deus fez sua primeira aparição pública após o escândalo. Ele passou pelo centro espírita de Abadiânia e alegou ser inocente.