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08 de janeiro de 2019, 07h59

Ministério Público do Rio tentará ouvir parentes de Fabrício Queiroz nesta terça-feira

Investigado por movimentação atípica de R$ 1,2 milhão pelo Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf), assessor de Flávio Bolsonaro (PSL/RJ) não compareceu ao MPRJ em duas ocasiões para prestar depoimento

Familiares do ex-motorista e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz, têm depoimento marcado nesta terça-feira (8) no Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ). Investigado por movimentação atípica de R$ 1,2 milhão pelo Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) Queiroz não compareceu ao MPRJ em duas ocasiões para prestar depoimento. Apesar de ter dado entrevista ao SBT, Queiroz alega que está doente e irá se submeter a uma cirurgia, por isso teria faltado às oitivas. Até esta segunda-feira (7), o senador eleito e um dos filhos de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) ainda não havia respondido ao...

Familiares do ex-motorista e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz, têm depoimento marcado nesta terça-feira (8) no Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ). Investigado por movimentação atípica de R$ 1,2 milhão pelo Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) Queiroz não compareceu ao MPRJ em duas ocasiões para prestar depoimento. Apesar de ter dado entrevista ao SBT, Queiroz alega que está doente e irá se submeter a uma cirurgia, por isso teria faltado às oitivas.

Até esta segunda-feira (7), o senador eleito e um dos filhos de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) ainda não havia respondido ao convite do Ministério Público do Rio (MP-RJ) para prestar esclarecimentos na quinta-feira (10). Anteriormente, ele havia dito que está “à disposição das autoridades” para colaborar com as investigações a respeito das movimentações financeiras suspeitas de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz, de acordo com informações de Marco Grillo, de O Globo.

Como é parlamentar, Flávio tem o direito de indicar a data em que pretende ser ouvido, o que também não fez, conforme o MP-RJ. Desde que o relatório foi divulgado, Flávio Bolsonaro afirma em entrevistas e nas suas redes sociais que não tinha o que comentar sobre o assunto e que quem deveria responder é seu ex-motorista e ex-assessor.

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