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01 de setembro de 2017, 08h25

Ministro da Saúde de Temer é acusado de trocar cargo público por mesada

Em delação, Eduardo Lopes de Souza, proprietário da construtora Valor, afirmou que Ricardo Barros vendeu cargo na secretaria de Educação do Paraná, em troca de propina mensal de R$ 15 mil.

Em delação, Eduardo Lopes de Souza, proprietário da construtora Valor, afirmou que Ricardo Barros vendeu cargo na secretaria de Educação do Paraná, em troca de propina mensal de R$ 15 mil. Da Redação* O governo Temer não se cansa de produzir escândalos. Dessa vez, o protagonista é Ricardo Barros, ministro da Saúde. Ele é acusado de vender um cargo público na secretária de Educação do Paraná, em troca de uma mesada de R$ 15 mil. O delator é Eduardo Lopes de Souza, dono da construtora Valor, apontada como responsável por desvios de cerca de R$ 20 milhões da secretaria. Souza...

Em delação, Eduardo Lopes de Souza, proprietário da construtora Valor, afirmou que Ricardo Barros vendeu cargo na secretaria de Educação do Paraná, em troca de propina mensal de R$ 15 mil.

Da Redação*

O governo Temer não se cansa de produzir escândalos. Dessa vez, o protagonista é Ricardo Barros, ministro da Saúde. Ele é acusado de vender um cargo público na secretária de Educação do Paraná, em troca de uma mesada de R$ 15 mil. O delator é Eduardo Lopes de Souza, dono da construtora Valor, apontada como responsável por desvios de cerca de R$ 20 milhões da secretaria.

Souza foi um dos alvos da operação Quadro Negro, que investiga o esquema de corrupção no governo de Beto Richa, do PSDB. Os pagamentos foram feitos, de acordo com o delator, ao cunhado de Barros, Juliano Borguetti, irmão de Cida Borghetti (PP), mulher do ministro e vice-governadora. O empresário relata, ainda, que pagou três parcelas de R$ 15 mil por três meses, totalizando o desembolso de R$ 45 mil, segundo reportagem de Bela Megale, publicada na Folha de S. Paulo.

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Engenheiro, Barros não tem apoio dos profissionais da área da Saúde e já disse que muitos médicos brasileiros fingem que trabalham. Barros e o cunhado dele, o ex-vereador Juliano Borghetti, negaram que os pagamentos feitos por Eduardo Souza tenham ligação com a compra de um cargo da vice-governadoria. Ambos afirmam que Borghetti recebeu da Valor porque trabalhou por cerca de três meses na construtora como período de experiência.

*Com informação do Brasil 247

Foto: Alan Santos/PR/Fotos Públicas

 

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