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09 de janeiro de 2019, 10h39

Ministro, general quer militares fora da Reforma da Previdência: “É uma categoria marcante, de farda”

“As Forças Armadas são um seguro caro que toda Nação forte tem que ter. Temos uma proteção para essas especificidades da carreira. Se o nome é reforma da Previdência, não estamos nela”, disse o general Santos Cruz, ministro-chefe da Secretaria de Governo de Jair Bolsonaro.

General Santos Cruz e Bolsonaro (Divulgação/Presidência da República)
Ministro-chefe da Secretaria de Governo de Jair Bolsonaro (PSL), o general Carlos Alberto Santos Cruz defendeu que os militares que entram para a reserva fiquem fora da Reforma da Previdência que será proposta, em regime de urgência, pelo seu colego do Ministério da Economia, Paulo Guedes. “Militar é uma categoria muito marcante, de farda. Militares, policiais, agentes penitenciários, Judiciário, Legislativo, Ministério Público possuem características especiais, que têm de ser consideradas e discutidas”, disse o ministro, segundo reportagem de Vera Rosa, Felipe Frazão e Leonencio Nossa, na edição desta quarta-feira (9) do jornal O Estado de S.Paulo. Segundo Santos Cruz, os...

Ministro-chefe da Secretaria de Governo de Jair Bolsonaro (PSL), o general Carlos Alberto Santos Cruz defendeu que os militares que entram para a reserva fiquem fora da Reforma da Previdência que será proposta, em regime de urgência, pelo seu colego do Ministério da Economia, Paulo Guedes.

“Militar é uma categoria muito marcante, de farda. Militares, policiais, agentes penitenciários, Judiciário, Legislativo, Ministério Público possuem características especiais, que têm de ser consideradas e discutidas”, disse o ministro, segundo reportagem de Vera Rosa, Felipe Frazão e Leonencio Nossa, na edição desta quarta-feira (9) do jornal O Estado de S.Paulo.

Segundo Santos Cruz, os militares devem ficar fora das mudanças por possuírem carreiras diferenciadas. “As Forças Armadas são um seguro caro que toda Nação forte tem que ter. Temos uma proteção para essas especificidades da carreira. Se o nome é reforma da Previdência, não estamos nela”, alegou.

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