03 de fevereiro de 2019, 12h45

Morte de ativista Sabrina Bittencourt repercute entre feministas nas redes sociais

A deputada Maria do Rosário (PT), que moveu processo contra Jair Bolsonaro (PSL) após assédio, compartilhou em sua página no Twitter trecho da carta deixada por Sabrina Bittencourt. Mariana Janeiro, Sâmia Bonfim, Talíria Petrone e Vanessa Grazziotin estão entre as mulheres que comentaram o triste fato nas redes sociais

Reprodução/Facebook
O suicídio de Sabrina Bittencourt, aos 38 anos, na noite deste sábado (2), causou comoção entre ativistas do movimento feminista e que atuam em políticas contra o feminicídio neste domingo (3). Leia a íntegra da carta de despedida de Sabrina Bittencourt A deputada Maria do Rosário (PT), que moveu processo contra Jair Bolsonaro (PSL) após assédio, compartilhou em sua página no Twitter trecho da carta deixada por Sabrina. “Preferi SEMPRE ficar do lado+ frágil nesta breve existência: mulheres, crianças, idosos, jovens,povos originários, afrodescendentes, refugiados, ciganos, imigrantes, migrantes, pessoas c/deficiência, gays, pobres, lascados, fudidos, rebeldes e incompreendidos””, diz o tuíte, com...

O suicídio de Sabrina Bittencourt, aos 38 anos, na noite deste sábado (2), causou comoção entre ativistas do movimento feminista e que atuam em políticas contra o feminicídio neste domingo (3).

Leia a íntegra da carta de despedida de Sabrina Bittencourt

A deputada Maria do Rosário (PT), que moveu processo contra Jair Bolsonaro (PSL) após assédio, compartilhou em sua página no Twitter trecho da carta deixada por Sabrina.

“Preferi SEMPRE ficar do lado+ frágil nesta breve existência: mulheres, crianças, idosos, jovens,povos originários, afrodescendentes, refugiados, ciganos, imigrantes, migrantes, pessoas c/deficiência, gays, pobres, lascados, fudidos, rebeldes e incompreendidos””, diz o tuíte, com reportagem sobre a ação que a ativista promoveu para desmascarar o médium João de Deus.

No Facebook, Mariana Janeiro, articuladora do movimento feminista no interior de São Paulo, mostrou indignação. “Uma tristeza profunda nos alcançou hoje, de maneira inesperada e doída. Sabrina de Campos, uma das mais notáveis ativistas e “imparável” como ela nos chamava, tirou a própria vida. Mais que isso: foi morta pela perseguição, calúnias e ameaças constantes. Decidiu não morrer na mão de estupradores, abusadores e pedófilos”, diz o post.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) também se solidarizou no Twitter. “Muito triste esta notícia, minha solidariedade à família”, tuitou

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