23 de janeiro de 2019, 14h51

Mourão faz coro com Bolsonaro e fala em “punir, se for o caso”, Flávio Bolsonaro

Mais cedo, à agência Bloomberg, Bolsonaro disse que lamenta como pai, "mas ele terá de pagar o preço por esses atos que não podemos aceitar", sobre o suposto envolvimento do filho com milícias que assassinaram Marielle Franco.

General Hamilton Mourão (Francisco Campanato/ Agência Brasil)
Presidente interino, General Hamilton Mourão (PRTB) fez coro com Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (23) sobre as suspeitas de envolvimento de Flávio Bolsonaro (PSL/RJ) com milicianos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol) e de seu motorista, Anderson Gomes, em março de 2018. “Apurar e punir, se for o caso”, disse, ao ser questionado sobre a declaração do presidente Jair Bolsonaro sobre o filho, feita em Davos, na Suíça. Em entrevista à agência Bloomberg, Bolsonaro afirmou que eventuais irregularidades cometidas por seu filho terão de ser punidas. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você...

Presidente interino, General Hamilton Mourão (PRTB) fez coro com Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (23) sobre as suspeitas de envolvimento de Flávio Bolsonaro (PSL/RJ) com milicianos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol) e de seu motorista, Anderson Gomes, em março de 2018.

“Apurar e punir, se for o caso”, disse, ao ser questionado sobre a declaração do presidente Jair Bolsonaro sobre o filho, feita em Davos, na Suíça. Em entrevista à agência Bloomberg, Bolsonaro afirmou que eventuais irregularidades cometidas por seu filho terão de ser punidas.

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“Se por acaso ele errou e isso for provado, lamento como pai, mas ele terá de pagar o preço por esses atos que não podemos aceitar”, disse o capitão, que cancelou uma entrevista coletiva que daria em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial.

Foi a primeira manifestação direta de Bolsonaro sobre o caso desde que surgiram novos fatos envolvendo seu filho e seu gabinete na Alerj. Em seu texto, a Bloomberg diz que o caso poderia colocar em risco a agenda anticorrupção de seu governo e afetar sua base aliada.

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