23 de janeiro de 2019, 21h14

Mourão volta a contrariar Bolsonaro e afirma: “Brasil não participa de intervenção”

“Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países”, declarou o general, vice-presidente da República, em relação à Venezuela

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Jair Bolsonaro (PSL) e seu vice, Hamilton Mourão (PRTB), continuam dando declarações contraditórias a respeito da postura brasileira em relação a um possível conflito armado na Venezuela. “O Brasil não participa de intervenção. Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países”, afirmou o general Mourão, de acordo com informações de Gustavo Maia, do UOL. Fórum terá um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais Jair Bolsonaro seguiu decisão de Donald Trump e anunciou em Davos, na Suíça que o governo brasileiro reconheceu oficialmente...

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PSL) e seu vice, Hamilton Mourão (PRTB), continuam dando declarações contraditórias a respeito da postura brasileira em relação a um possível conflito armado na Venezuela.

“O Brasil não participa de intervenção. Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países”, afirmou o general Mourão, de acordo com informações de Gustavo Maia, do UOL.

Fórum terá um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

Jair Bolsonaro seguiu decisão de Donald Trump e anunciou em Davos, na Suíça que o governo brasileiro reconheceu oficialmente o deputado e presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juna Guaidó, como presidente interino do país sul-americano.

Legitimidade

A iniciativa ocorreu logo após Guaidó se autoproclamar líder do país. Bolsonaro já não reconhecia a legitimidade de Nicolás Maduro como presidente da Venezuela.

Primeiro país a reconhecer Guaidó, os Estados Unidos advertiram, por meio de Trump, que “todas as opções” serão analisadas se o governo de Nicolás Maduro utilizar a força contra a oposição local, inclusive uma intervenção militar.

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