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30 de maio de 2017, 18h24

Movimentos sociais saem às ruas por eleições diretas nesta quarta-feira (31)

Em meio a preparação de mais uma greve geral em junho e inúmeras mobilizações que vêm acontecendo, a Central de Movimentos Populares (CMP), membro da Frente Brasil Popular, marcou atos em 6 capitais brasileiras para exigir a saída de Temer da presidência e a convocação de eleições diretas  Por Redação  Depois de um ato histórico no Rio de Janeiro no último domingo (28), que reuniu milhares de pessoas, lideranças sociais e artistas em prol de eleições diretas e em meio à preparação de uma nova greve geral em junho, a Central de Movimentos Populares (CMP) marcou manifestações contra as reformas do...

Em meio a preparação de mais uma greve geral em junho e inúmeras mobilizações que vêm acontecendo, a Central de Movimentos Populares (CMP), membro da Frente Brasil Popular, marcou atos em 6 capitais brasileiras para exigir a saída de Temer da presidência e a convocação de eleições diretas 

Por Redação 

Depois de um ato histórico no Rio de Janeiro no último domingo (28), que reuniu milhares de pessoas, lideranças sociais e artistas em prol de eleições diretas e em meio à preparação de uma nova greve geral em junho, a Central de Movimentos Populares (CMP) marcou manifestações contra as reformas do governo de Michel Temer e também exigindo eleições diretas em 6 capitais brasileiras para esta quarta-feira (31).

Todo dia 31 de maio, tradicionalmente, a CMP comemora com atos o Dia Nacional de Políticas Públicas que, cada ano, é conduzido por um tema em específico. Este ano o tema será justamente as “Diretas, Já”.

Para Raimundo Bonfim, da coordenação da CMP,  Michel Temer já não tinha legitimidade e, depois da revelação de seu envolvimento no escândalo da JBS, não tem condições morais para continuar como presidente do país. “Não aceitaremos ser governado por uma pessoa investigada por corrupção, organização criminosa é obstrução de justiça”, afirmou.

Veja também:  MBL e Vem pra Rua convocam ato em defesa de Sergio Moro

Os atos estão marcados para acontecer em São Paulo, Rio de janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Pernambuco e Goiás.

Na capital paulista, a manifestação terá concentração às 9h o Pátio  do Colégio, na região central da cidade, e os manifestantes vão caminhar pelas ruas do centro até a sede do Ministério Público Estadual, onde vão protocolar uma representação solicitando que o órgão investigue a atuação violenta da Polícia Militar nas ações da região da Cracolândia. De acordo com a organização, são esperadas ao menos 4 mil pessoas.

 

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