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13 de maio de 2019, 08h49

MP da Suécia reabre investigação contra Assange sobre acusação de estupro

Com a reabertura do inquérito, a Suécia deve entrar na briga com os Estados Unidos para obter a extradição de Assange, que também é acusado de pirataria cibernética ao divulgar documentos sigilosos diplomáticos e do Pentágono

Julian Assange, fundador do Wikileaks (Foto: Reprodução)
Informações da agência de notícias italiana Ansa nesta segunda-feira (13) afirmam que Ministério Público da Suécia reabriu uma investigação preliminar contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, por suspeita de estupro. O caso havia sido arquivado devido à impossibilidade de se interrogar o australiano – que passou quase sete anos na Embaixada do Equador em Londres, no Reino Unido -, mas foi reaberto após a revogação de seu asilo e sua subsequente prisão pelas autoridades britânicas, em abril passado. A reabertura do inquérito foi pedida pelo advogado da vítima. O fundador do WikiLeaks era acusado de ter praticado sexo sem...

Informações da agência de notícias italiana Ansa nesta segunda-feira (13) afirmam que Ministério Público da Suécia reabriu uma investigação preliminar contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, por suspeita de estupro.

O caso havia sido arquivado devido à impossibilidade de se interrogar o australiano – que passou quase sete anos na Embaixada do Equador em Londres, no Reino Unido -, mas foi reaberto após a revogação de seu asilo e sua subsequente prisão pelas autoridades britânicas, em abril passado.

A reabertura do inquérito foi pedida pelo advogado da vítima. O fundador do WikiLeaks era acusado de ter praticado sexo sem consentimento com duas mulheres na Suécia, mas uma das denúncias prescreveu em 2015. Ele alega inocência.

Com a reabertura do inquérito, a Suécia deve entrar na briga com os Estados Unidos para obter a extradição de Assange, que também é acusado de pirataria cibernética ao divulgar documentos sigilosos diplomáticos e do Pentágono.

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