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16 de maio de 2019, 07h04

MP suspeita que versão de Bolsonaro sobre cheques de Queiroz a Michelle é falsa

Queiroz teria remetido dez cheques para a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que, segundo Jair Bolsonaro, seria para pagamento de empréstimo de R$ 40 mil a ex-assessor do filho, Flávio

Michelle e Jair Bolsonaro (Foto: Agência Brasil)
Coluna do jornalista Guilherme Amado, no site da revista Época desta quinta-feira (16), informa que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, estaria na mira dos promotores do Ministério Público Federal encarregados da investigação sobre a suspeita de que Flávio Bolsonaro ficava com parte do salário dos funcionários. A aliados, Bolsonaro diz que Flávio é inocente e que não vão achar elo do filho com a milícia Citando como fonte um promotor que investiga o caso, a reportagem diz que existe a suspeita de que seja falsa versão apresentada por Bolsonaro, de que os cheques seriam um empréstimo. O jornalista cita dez cheques...

Coluna do jornalista Guilherme Amado, no site da revista Época desta quinta-feira (16), informa que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, estaria na mira dos promotores do Ministério Público Federal encarregados da investigação sobre a suspeita de que Flávio Bolsonaro ficava com parte do salário dos funcionários.

A aliados, Bolsonaro diz que Flávio é inocente e que não vão achar elo do filho com a milícia

Citando como fonte um promotor que investiga o caso, a reportagem diz que existe a suspeita de que seja falsa versão apresentada por Bolsonaro, de que os cheques seriam um empréstimo.

O jornalista cita dez cheques que Fabrício Queiroz afirmou ter remetido à primeira-dama Michelle Bolsonaro. Bolsonaro teria dito que os cheques seriam para pagamento de um suposto empréstimo de R$ 40 mil feito ao ex-PM, que atuou no gabinete do filho, Flávio Bolsonaro (PSL/RJ), na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Segundo um investigador do caso, a quebra de sigilo bancário de Michelle não foi pedida pelo MP porque ampliaria demasiadamente o escopo dos alvos, composto de 95 pessoas.

Veja também:  Negócios imobiliários de Flávio Bolsonaro estão na mira da quebra de sigilo

“O foco neste momento é em três núcleos: o da loja de Flávio, o do gabinete e o familiar. Em um eventual desdobramento, a primeira-dama pode se tornar alvo”, explicou um investigador do caso.

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