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15 de março de 2017, 11h59

MPF pede trancamento de ação contra Okamoto e Instituto Lula no caso do acervo

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo desta quarta-feira (15), o Ministério Público Federal deu parecer favorável ao trancamento da ação penal contra Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, que estava sendo acusado de lavagem de dinheiro relacionada ao armazenamento do acervo presidencial de Lula. A ação se estende a Lula e a Léo Pinheiro, da OAS.

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo desta quarta-feira (15), o Ministério Público Federal deu parecer favorável ao trancamento da ação penal contra Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, que estava sendo acusado de lavagem de dinheiro relacionada ao armazenamento do acervo presidencial de Lula. A ação se estende a Lula e a Léo Pinheiro, da OAS. Da Redação com Informações da Coluna de Mônica Bérgamo De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo desta quarta-feira (15), o Ministério Público Federal deu parecer favorável ao trancamento da ação penal contra Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, que estava sendo acusado de...

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo desta quarta-feira (15), o Ministério Público Federal deu parecer favorável ao trancamento da ação penal contra Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, que estava sendo acusado de lavagem de dinheiro relacionada ao armazenamento do acervo presidencial de Lula. A ação se estende a Lula e a Léo Pinheiro, da OAS.

Da Redação com Informações da Coluna de Mônica Bérgamo

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo desta quarta-feira (15), o Ministério Público Federal deu parecer favorável ao trancamento da ação penal contra Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, que estava sendo acusado de lavagem de dinheiro relacionada ao armazenamento do acervo presidencial de Lula.

A ação se estende a Lula e a Léo Pinheiro, da OAS.

O trancamento da ação penal se dá na hipótese de ausência de condições da ação ou condições de procedibilidade.

O MPF endossou os argumentos do advogado Fernando Fernandes, de que os objetos são de interesse público e que, portanto, não seria crime o armazenamento deles ter sido pago pela OAS.

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