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01 de novembro de 2014, 17h55

Nigéria: Suposto líder do Boko Haram diz que ‘casou’ garotas sequestradas

Homem afirmou que elas foram “casadas” com seus soldados há seis meses e “se converteram ao Islã”; cerca de 200 meninas foram retiradas da escola à força pelo grupo em abril deste ano.

Homem afirmou que elas foram “casadas” com seus soldados há seis meses e “se converteram ao Islã”; cerca de 200 meninas foram retiradas da escola à força pelo grupo em abril deste ano Por Redação Um homem que alega ser o líder do grupo Boko Haram, Abubakar Shekau, afirmou que mais de 200 garotas sequestradas há seis meses foram “casadas” com seus soldados. A informação contradiz as declarações do governo nigeriano de que elas seriam libertadas em breve. O exército da Nigéria garante que matou Shekau há um ano. Porém, o recente vídeo entregue à agência France Presse pela facção levanta dúvidas...

Homem afirmou que elas foram “casadas” com seus soldados há seis meses e “se converteram ao Islã”; cerca de 200 meninas foram retiradas da escola à força pelo grupo em abril deste ano

Por Redação

Um homem que alega ser o líder do grupo Boko Haram, Abubakar Shekau, afirmou que mais de 200 garotas sequestradas há seis meses foram “casadas” com seus soldados. A informação contradiz as declarações do governo nigeriano de que elas seriam libertadas em breve. O exército da Nigéria garante que matou Shekau há um ano. Porém, o recente vídeo entregue à agência France Presse pela facção levanta dúvidas se as negociações levarão mesmo à libertação das meninas.

“Nós as casamos. Elas estão em suas casas de casamento”, reforçou Shwkau, segundo a agência francesa, sobre as garotas sequestradas de uma escola secundária em abril. “Você não sabe que mais de 200 estudantes Chibok se converteram ao Islã? Elas já memorizaram dois capítulos do Corão”, teria afirmado. O homem que alega ser Shekau disse ainda ter em seu domínio um refém alemão sequestrado na cidade de Gombe, no nordeste do país.

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Foto de capa: Campanha ‘Bring Back Our Girls’

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