02 de janeiro de 2019, 11h59

No comando de superministério, Sergio Moro terá à disposição 2.647 cargos comissionados

No discurso de transmissão do cargo, na manhã desta quarta-feira, Moro sinalizou que vai apresentar projeto para deixar clara a obrigatoriedade do cumprimento da pena após condenação em segunda instância. "Processo sem fim é Justiça nenhuma", disse.

Reprodução/NBR
Justificando sua presença no governo de Jair Bolsonaro (PSL) como uma forma de expandir seus tentáculos no combate à corrupção, o ex-juiz Sérgio Moro assumiu nesta quarta-feira (2) o superministério da Justiça e Segurança Pública e terá à disposição 2.647 cargos comissionados, com remunerações que chegam a R$ 16.215,22. As vagas estavam na estrutura dos extintos ministérios da Segurança Pública, Justiça, Trabalho e Fazenda. A reorganização dos cargos para a nova estrutura do ministério comandando por Moro consta de um decreto assinado nesta terça-feira (1º), por Bolsonaro e publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira...

Justificando sua presença no governo de Jair Bolsonaro (PSL) como uma forma de expandir seus tentáculos no combate à corrupção, o ex-juiz Sérgio Moro assumiu nesta quarta-feira (2) o superministério da Justiça e Segurança Pública e terá à disposição 2.647 cargos comissionados, com remunerações que chegam a R$ 16.215,22.

As vagas estavam na estrutura dos extintos ministérios da Segurança Pública, Justiça, Trabalho e Fazenda. A reorganização dos cargos para a nova estrutura do ministério comandando por Moro consta de um decreto assinado nesta terça-feira (1º), por Bolsonaro e publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (2).

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No discurso de transmissão do cargo, na manhã desta quarta-feira, Moro sinalizou que vai apresentar logo no início dos trabalhos do Legislativo, em fevereiro, um projeto para deixar clara a obrigatoriedade do cumprimento da pena após condenação em segunda instância. “Processo sem fim é Justiça nenhuma”, disse ele.

Em sua fala, que girou em torno do “combate à corrupção”, Moro fez elogios ao FBI por “desmantelar as famílias superpoderosas” do crime na década de 80 nos Estados Unidos.

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