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08 de janeiro de 2019, 08h27

No comando do Mais Médicos, médica que vaiou cubanos busca profissionais que ficaram no Brasil: “irmãos”

Numa tentativa de demonstrar parceria real com os cubanos, Mayra Pinheiro diz que eles devem usar o canal com o Ministério da Saúde inclusive para denunciar assédio ou ameaças. “Este é um país livre”, afirma.

Reprodução
No comando do Programa Mais Médicos, Mayra Pinheiro, médica que ficou nacionalmente conhecida após organizar protestos na recepção dos profissionais cubanos, está enviando mensagens àqueles que ficaram no Brasil após o fim do contrato com Cuba. Segundo a coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na Folha de S.Paulo desta segunda-feira, Mayra tem se dirigido aos médicos estrangeiros de maneira carinhosa, chamando-os de “colegas” e “irmãos”. Na mensagem, na qual pede aos que não quiseram voltar a Cuba que preencham um formulário, Mayra diz que o governo analisa editar uma medida provisória que possa garantir a permanência dos cubanos no programa...

No comando do Programa Mais Médicos, Mayra Pinheiro, médica que ficou nacionalmente conhecida após organizar protestos na recepção dos profissionais cubanos, está enviando mensagens àqueles que ficaram no Brasil após o fim do contrato com Cuba. Segundo a coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na Folha de S.Paulo desta segunda-feira, Mayra tem se dirigido aos médicos estrangeiros de maneira carinhosa, chamando-os de “colegas” e “irmãos”.

Na mensagem, na qual pede aos que não quiseram voltar a Cuba que preencham um formulário, Mayra diz que o governo analisa editar uma medida provisória que possa garantir a permanência dos cubanos no programa que vai substituir o Mais Médicos.

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Numa tentativa de demonstrar parceria real com os cubanos, Mayra diz que eles devem usar o canal com o Ministério da Saúde inclusive para denunciar assédio ou ameaças. “Este é um país livre”, afirma.

Veja também:  Moro abandona coletiva de imprensa no Amazonas após perguntas sobre #VazaJato

O apelo busca preencher as mais de 30% de vagas abertas e não ocupadas pelos médicos brasileiros.

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