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27 de outubro de 2015, 11h40

Novamente, Instituto Lula desmente Folha de S. Paulo

Sem mencionar nenhuma fonte e se baseando em informações de "aliados", matéria do jornal afirma que ex-presidente teria responsabilizado Dilma por ação da PF na empresa do filho. "As informações são completamente falsas", diz nota

Sem mencionar nenhuma fonte e se baseando em informações de “aliados”, matéria do jornal afirma que ex-presidente teria responsabilizado Dilma por ação da PF na empresa do filho. “As informações são completamente falsas”, diz nota Por Redação O Instituto Lula divulgou nota, na noite da última segunda-feira (26), desmentindo uma matéria do jornal Folha de S. Paulo publicada no mesmo dia. De acordo com a reportagem, Lula teria ficado “indignado” e, em conversa com aliados, teria responsabilizado a presidenta Dilma pela operação que a Polícia Federeal fez empresa de seu filho, a LFT Marketing, pela operação Zelotes. Segundo o jornal,...

Sem mencionar nenhuma fonte e se baseando em informações de “aliados”, matéria do jornal afirma que ex-presidente teria responsabilizado Dilma por ação da PF na empresa do filho. “As informações são completamente falsas”, diz nota

Por Redação

O Instituto Lula divulgou nota, na noite da última segunda-feira (26), desmentindo uma matéria do jornal Folha de S. Paulo publicada no mesmo dia. De acordo com a reportagem, Lula teria ficado “indignado” e, em conversa com aliados, teria responsabilizado a presidenta Dilma pela operação que a Polícia Federeal fez empresa de seu filho, a LFT Marketing, pela operação Zelotes.

Segundo o jornal, para Lula, a operação da PF ou é “uma demonstração de desgoverno” de Dilma ou “uma prova que tenha orientado seu ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a unicamente protegê-la”. “Não tem qualquer fundamento a matéria do jornal Folha de S. Paulo. As informações nela contidas são completamente falsas”, diz a nota do Instituto Lula.

Como de praxe, a reportagem em questão não citou sequer uma fonte que garantisse a veracidade dos fatos narrados. Usando a estratégia da “conversa em off“, o texto não menciona nomes e tem praticamente todos os seus parágrafos iniciados por expressões como “segundo aliados”, “de acordo com aliados”, “segundo petistas” ou “de acordo com auxiliares”.

Veja também:  Greve Geral: Mulheres se somam às vozes das ruas - Por Juliana Cardoso

Foto: Ricardo Stuckert Filho

 

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