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05 de novembro de 2014, 12h20

Nove pessoas são mortas em Belém após assassinato de policial militar

Nas redes sociais, perfis que seriam de policiais anunciaram que haveria retaliação pela morte do colega; pelo menos seis das nove vítimas apresentam características de execução

Nas redes sociais, perfis que seriam de policiais anunciaram que haveria retaliação pela morte do colega; pelo menos seis das nove vítimas apresentam características de execução Por Redação Nove pessoas foram assassinadas em seis bairros de Belém, na terça-feira (4), de acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública do Pará. Os crimes ocorreram após o cabo da Polícia Militar, Antônio Marcos da Silva Figueiredo, ser morto a tiros na rua onde morava. Ele respondia a um processo por homicídio e estava afastado da função por problemas de saúde. Na mesma noite, começaram a circular informações pelas redes sociais de...

Nas redes sociais, perfis que seriam de policiais anunciaram que haveria retaliação pela morte do colega; pelo menos seis das nove vítimas apresentam características de execução

Por Redação

Nove pessoas foram assassinadas em seis bairros de Belém, na terça-feira (4), de acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública do Pará. Os crimes ocorreram após o cabo da Polícia Militar, Antônio Marcos da Silva Figueiredo, ser morto a tiros na rua onde morava. Ele respondia a um processo por homicídio e estava afastado da função por problemas de saúde.

Na mesma noite, começaram a circular informações pelas redes sociais de que estaria ocorrendo uma chacina nas periferias da cidade. O clima de tensão fez com que muitos moradores não pudessem sair de casa. Todas as vítimas são homens e seis deles apresentam características de execução. A Corregedoria da Polícia Militar não descarta nem confirma a participação de membros da PM nesses crimes.

Porém, áudios e postagens na internet em perfis de policiais anunciaram que haveria um acerto de contas. Em uma das gravações divulgadas, um deles avisava: “Senhores, sério, por favor, façam o que for preciso, mas não vão para o Guamá nem para Canudos nem para o Terra Firme hoje à noite. É uma questão de segurança dos senhores, tá? Mataram um policial nosso, e vai ter uma limpeza na área. Ninguém segura ninguém, nem o coronel das galáxias”. Os casos estão sendo investigados pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil.

Veja também:  Moro no Senado: "Se houver irregularidade, eu saio do cargo"

Foto de capa: Reprodução / Facebook

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