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30 de agosto de 2012, 19h01

O voto evangélico nas eleições de 2012

O vínculo religioso pode até ser o mais importante para alguns crentes, mas sempre será um dentre outros. O pertencimento religioso não define necessariamente o voto

O vínculo religioso pode até ser o mais importante para alguns crentes, mas sempre será um dentre outros. O pertencimento religioso não define necessariamente o voto

Por Valdemar Figueredo Filho

Compareceremos na sessão eleitoral no dia 7 de outubro de 2012 para elegermos prefeitos e vereadores. Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988 o nosso pacto federativo concebe grande destaque para os municípios, uma descentralização administrativa que sugere participação mais efetiva dos cidadãos. Constatamos uma vez mais que o voto evangélico é uma variável importante das eleições municipais.

Afirmar a previsibilidade desse voto seria um exagero da nossa parte. Por isso que essa variável foge das mãos apressadas em defini-la ou contê-la. Não custa lembrar que as igrejas evangélicas brasileiras não são agrupadas por um centro decisório.

O grupo religioso em questão mantêm variados vínculos sociais. O vínculo religioso pode até ser o mais importante para alguns crentes, mas sempre será um dentre outros. O pertencimento religioso não define necessariamente o voto. A cada eleição a sua própria agonia.

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Foto David Ribeiro/Agência Câmara