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17 de dezembro de 2018, 08h27

Odebrecht quer colocar general amigo de Bolsonaro na chefia de escritório em Brasília

Candidato derrotado ao governo do DF, Paulo Chagas levanta as mesmas bandeiras defendidas pelo governo eleito. Na quinta-feira (13), enquanto a Câmara Federal realizava sessão solene para homenagear as vítimas na Ditadura, o militar usou o Twitter para defender o AI-5.

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Coluna do jornalista Lauro Jardim, no jornal O Globo deste domingo (17), afirma que o grupo Odebrecht negocia a contratação do general Paulo Chagas, candidato ao governo federal pelo PRP e amigo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), para chefiar o escritório da empresa em Brasília. Segundo o colunista, a nome do militar já foi aprovado pelo conselho de administração da Odebrecht. Candidato derrotado ao governo do DF, Paulo Chagas é muito próximo a Bolsonaro e nas redes sociais levanta as mesmas bandeiras defendidas pelo governo eleito. Na quinta-feira (13), enquanto a Câmara Federal realizava sessão solene para homenagear as...

Coluna do jornalista Lauro Jardim, no jornal O Globo deste domingo (17), afirma que o grupo Odebrecht negocia a contratação do general Paulo Chagas, candidato ao governo federal pelo PRP e amigo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), para chefiar o escritório da empresa em Brasília.

Segundo o colunista, a nome do militar já foi aprovado pelo conselho de administração da Odebrecht.

Candidato derrotado ao governo do DF, Paulo Chagas é muito próximo a Bolsonaro e nas redes sociais levanta as mesmas bandeiras defendidas pelo governo eleito. Na quinta-feira (13), enquanto a Câmara Federal realizava sessão solene para homenagear as vítimas na Ditadura, o militar usou o Twitter para defender o AI-5.


“Os 50 anos do AI-5 nos lembram que as ações de terrorismo, sequestro de pessoas e de aviões, assassinatos, justiçamentos e assalto a bancos e carros-fortes não são “Direitos Humanos” e que coibir essas práticas é obrigação dos “Humanos Direitos”, tuitou, entre ataques a jornalistas, como Miriam Leitão.

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Em seu blog, neste domingo (16), o militar responsabilizou o “multiculturalismo e a ideologia de gênero” pela “contaminação” do patriotismo na Europa e criticou a “abertura magnânima das fronteiras aos refugiados islâmicos”.

“A abertura “magnânima” das fronteiras aos “refugiados” de um islamismo deturpado, senhor de si mesmo e radical na manutenção e na imposição dos seus valores, completa, de forma simples, genérica, resumida e inteligível a estratégia de dominação e de expansão do poder global naquela parte da esfera terrestre”, escreveu.

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