19 de dezembro de 2017, 07h12

Odebrecht revela cartel em obras de governos tucanos de São Paulo

Segundo documentos da empreiteira, o esquema operou de 2004 a 2015 em obras que custaram cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos. Neste período, o Estado de São Paulo foi governado pelos tucanos Geraldo Alckmin (2004-06), José Serra (2007-2010) e Alberto Goldman (2010), além de Claudio Lembro, do DEM (2006).

Segundo documentos da empreiteira, o esquema operou de 2004 a 2015 em obras que custaram cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos. Neste período, o Estado de São Paulo foi governado pelos tucanos Geraldo Alckmin (2004-06), José Serra (2007-2010) e Alberto Goldman (2010), além de Claudio Lembo, do DEM (2006). Da Redação* A Odebrecht entregou à Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) documentos apontando a formação de cartel no Rodoanel e no Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Estratégico Metropolitano de São Paulo. As informações são da Folha de S.Paulo. Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento...

Segundo documentos da empreiteira, o esquema operou de 2004 a 2015 em obras que custaram cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos. Neste período, o Estado de São Paulo foi governado pelos tucanos Geraldo Alckmin (2004-06), José Serra (2007-2010) e Alberto Goldman (2010), além de Claudio Lembo, do DEM (2006).

Da Redação*

A Odebrecht entregou à Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) documentos apontando a formação de cartel no Rodoanel e no Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Estratégico Metropolitano de São Paulo. As informações são da Folha de S.Paulo.

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Segundo o material da empreiteira, o esquema operou de 2004 a 2015 em obras que custaram cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos. Neste período, o Estado de São Paulo foi governado pelos tucanos Geraldo Alckmin (2004-06), José Serra (2007-2010) e Alberto Goldman (2010), além de Claudio Lembo, do DEM (2006).

Os detalhes das investigações, a que a Folha teve acesso, devem ser divulgados nesta terça-feira (19) e são parte do acordo de leniência firmado em julho pela empreiteira, a Superintendência do Cade e o Ministério Público Federal em São Paulo.

A Superintendência não tem prazo para concluir as apurações, mas espera-se que sejam finalizadas até o final do primeiro trimestre de 2018. Depois disso, o processo é enviado para o conselho do Cade decidir se aprova o relatório e julga as empresas envolvidas. A companhia que fez a leniência não é condenada.

No acordo com o Cade, não houve menção a pagamento de propina a servidores em troca de licitações. Mas há a indicação de que pelo menos um agente público tenha sugerido a divisão de empresas nos consórcios que disputaram as obras viárias.

As investigações se referem exclusivamente aos aspectos administrativos das licitações – divisão de mercado e acerto de preços das licitações, por exemplo.

*Com informações da Folha de S.Paulo e do Diário do Centro do Mundo

Foto: Fotos Públicas