AO VIVO
01 de novembro de 2017, 11h59

Oficiais da PM do Rio vão pedir providências ao MP contra declarações do ministro da Justiça

Torquato disse que “comandantes de batalhão são sócios do crime organizado” e que a morte de Teixeira teria sido um “acerto de contas”

Torquato disse que “comandantes de batalhão são sócios do crime organizado” e que a morte de Teixeira teria sido um “acerto de contas”

Da Redação*

Diante das declarações do ministro da Justiça, Torquato Jardim, um grupo de 44 oficiais da turma do coronel Luiz Gustavo Lima Teixeira, o comandante do 3º BPM (Méier) assassinado na semana passada, vai pedir providências à Justiça e ao Ministério Público Federal.

Em entrevista ao jornalista Josias de Souza, Torquato disse que “comandantes de batalhão são sócios do crime organizado” e que a morte de Teixeira teria sido um “acerto de contas”.

Os oficiais, representados pelo advogado constitucionalista Marcelo Queiroz, vão pedir que o ministro, na Justiça, confirme ou não as acusações que fez.

E também vão acionar a Comissão de Ética da Presidência da República para apurar a conduta de Torquato no trato com autoridades do estado, além do desrespeito à família de Teixeira.

Homenagem

E, em homenagem ao coronel, foi batizada como Luiz Gustavo Lima Teixeira a Casa Viva de Del Castilho, recém reaberta pelo secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Pedro Fernandes (PMDB).

A Casa Viva é um projeto de reinserção social de adolescentes dependentes químicos.

*Com informações do Extra

Foto: Agência Brasil