10 de janeiro de 2019, 13h48

Onyx mantém dois indicados de Eduardo Cunha na Casa Civil após “despetização”

Um dos principais estrategistas do golpe parlamentar que tirou do poder a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), Cunha indicou para tratar de assuntos jurídicos da pasta os advogados Felipe Cascaes Bresciani e Erick Biill Vidigal, que foram mantidos no cargo e estão tendo atuação destacada no governo Jair Bolsonaro (PSL).

Arquivo/MBL

Reportagem de Vinicius Sassine e Eduardo Bresciani, publicada no site do jornal O Globo desta quinta-feira (10), mostra que Onyx Lorenzoni (DEM/RS) manteve em subchefias da Casa Civil dois indicados do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha – que foi cassado e está preso em Curitiba desde outubro de 2016 por decisão do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Um dos principais estrategistas do golpe parlamentar que tirou do poder a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), Cunha indicou para tratar de assuntos jurídicos da pasta os advogados Felipe Cascaes Bresciani e Erick Biill Vidigal, que foram mantidos no cargo e estão tendo atuação destacada no governo Jair Bolsonaro (PSL).

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Cascaes foi o responsável final por um parecer do governo a respeito do indulto a presos, enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo próprio presidente na última terça-feira. Vidigal também já despachou com o presidente.

No segundo dia de governo, Onyx anunciou a exoneração de 320 servidores em cargos de confiança e em funções com gratificações na Casa Civil, num gesto que ele chamou de “despetização” da máquina pública.

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