18 de janeiro de 2019, 18h52

Palocci acusa Lula e Dilma novamente sem apresentar provas

Em delação que foi ridicularizada até pela força-tarefa da Lava Jato, que a classificou como “acordo do fim da picada”, o ex-ministro voltou a acusar os ex-presidentes

Foto: Agência Brasil Antonio Palocci voltou a fazer acusações sem apresentar provas contra o ex-presidente Lula e a ex-presidenta Dilma Rousseff. O ex-ministro depôs no dia 13 de abril de 2018, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, mas a delação foi homologada somente nesta quinta-feira (17). A delação de Palocci chegou a ser considerada pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima como “acordo do fim da picada”: ele não teria contado nada de novo nem apresentava “provas suficientes” do que dizia, apontou o procurador em dezembro de 2018. Fórum terá um jornalista em Brasília em 2019. Será que você...

Foto: Agência Brasil

Antonio Palocci voltou a fazer acusações sem apresentar provas contra o ex-presidente Lula e a ex-presidenta Dilma Rousseff. O ex-ministro depôs no dia 13 de abril de 2018, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, mas a delação foi homologada somente nesta quinta-feira (17).

A delação de Palocci chegou a ser considerada pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima como “acordo do fim da picada”: ele não teria contado nada de novo nem apresentava “provas suficientes” do que dizia, apontou o procurador em dezembro de 2018.

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Palocci declarou que entregou ao ex-presidente, “em oportunidades diversas”, dinheiro vivo, em remessas que chegaram a até R$ 80 mil. De acordo com ele, o ex-presidente lhe pedia que não comentasse com ninguém a respeito do assunto.

Segundo Palocci, Lula recebeu propina pela obra da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará. Ele afirma que a Odebrecht destinou R$ 15 milhões a Lula. A Andrade Gutierrez também é mencionada.

No depoimento, Palocci cita que a entrega foi feita na frente de um de seus ex-motoristas, chamado Claudio Souza Gouveia.

Em relação à Dilma Rousseff, Palocci disse que ela tinha conhecimento dos pagamentos da Andrade Gutierrez ao PMDB e teria autorizado que continuassem.

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