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13 de maio de 2019, 22h02

Para chefe do Ministério da Justiça, “o Brasil era pobre, preto e prostituta antes de Sérgio Moro”

“O equilíbrio psicológico de uma pessoa dessa (Moro) merecia uma tese de doutorado”, disse Vladimir Passos de Freitas

Foto: Reprodução/TRF-4
Vladimir Passos de Freitas, chefe de assuntos legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, declarou, nesta segunda-feira (13), em Curitiba, que “o Brasil era pobre, preto e prostituta antes de Sérgio Moro”. A afirmação foi em uma palestra sobre relação entre o Legislativo e o Ministério da Justiça. Para Freitas, a Operação Lava Jato mudou o Brasil e isso só aconteceu pela determinação de Sergio Moro. “Um homem que consegue levar a Lava Jato até o fim, que muda o Brasil do ponto de vista penal tem muita força interior. Antes dele o Brasil era pobre, preto e prostituta. O...

Vladimir Passos de Freitas, chefe de assuntos legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, declarou, nesta segunda-feira (13), em Curitiba, que “o Brasil era pobre, preto e prostituta antes de Sérgio Moro”.

A afirmação foi em uma palestra sobre relação entre o Legislativo e o Ministério da Justiça. Para Freitas, a Operação Lava Jato mudou o Brasil e isso só aconteceu pela determinação de Sergio Moro.

“Um homem que consegue levar a Lava Jato até o fim, que muda o Brasil do ponto de vista penal tem muita força interior. Antes dele o Brasil era pobre, preto e prostituta. O equilíbrio psicológico de uma pessoa dessa (Moro) merecia uma tese de doutorado”, disse Freitas, desembargador federal aposentado.

Porte de armas

Em relação ao decreto que facilita o porte de armas, o chefe de assuntos legislativos do Ministério da Justiça afirmou que acha possível contestação sobre a inconstitucionalidade.

“Algumas posições são do presidente da República, como nesse caso. São promessas de campanha e não cabe ao Ministério da Justiça se manifestar contrário porque é o que o presidente quer. Ele foi eleito, ele é o presidente”, destacou.

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“A vontade do presidente prevaleceu. Eu diria que não é raridade que as coisas sejam apressadas, pois isso faz parte das atribuições. Não é o ideal, o melhor seria que a ideia fosse amadurecida, mas às vezes quando se discute muito uma coisa, elas nunca saem”, acrescentou.

Com informações do Paraná Portal 

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