29 de dezembro de 2018, 16h14

Para Frei Betto, Ernesto Araújo é a versão cristã do fundamentalismo islâmico

“Na opinião dele, Deus não pode ficar em um só nicho ou cela. Deve abarcar todos, ou seja, o sentimento religioso deve estar acima da racionalidade humana”, diz o teólogo

Foto: Reprodução/YouTube Frei Betto, teólogo e militante histórico das causas humanistas, acredita que, depois da posse do chanceler Ernesto Araújo como ministro das Relações Exteriores de Jair Bolsonaro, o Brasil estará frente a frente com uma versão cristã do fundamentalismo islâmico. “Na opinião dele, Deus não pode ficar em um só nicho ou cela. Deve abarcar todos, ou seja, o sentimento religioso deve estar acima da racionalidade humana. Mas não qualquer sentimento religioso (como o do Papa Francisco), mas o dele, o do Olavo de Carvalho e do neopentecostalismo conservador”, afirmou o teólogo, segundo informa a coluna de Ancelmo Gois,...

Foto: Reprodução/YouTube

Frei Betto, teólogo e militante histórico das causas humanistas, acredita que, depois da posse do chanceler Ernesto Araújo como ministro das Relações Exteriores de Jair Bolsonaro, o Brasil estará frente a frente com uma versão cristã do fundamentalismo islâmico.

“Na opinião dele, Deus não pode ficar em um só nicho ou cela. Deve abarcar todos, ou seja, o sentimento religioso deve estar acima da racionalidade humana. Mas não qualquer sentimento religioso (como o do Papa Francisco), mas o dele, o do Olavo de Carvalho e do neopentecostalismo conservador”, afirmou o teólogo, segundo informa a coluna de Ancelmo Gois, em O Globo.

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Araújo escreveu em um de seus textos no blog “Matapolítica 17”, que todos os setores (ele chama de celas) da atividade humana (diplomacia, economia, política etc) precisam ser permeados por religiosidade.