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04 de dezembro de 2017, 18h18

Para ministro do STJ, heterossexuais se tornaram “minoria” e “não têm mais direito algum”

“Quero meus privilégios, porque os heterossexuais estão virando minoria. Não têm mais direito nenhum”. A frase não é de nenhum bolsominion da internet, mas do corregedor nacional de Justiça, João Otávio de Noronha Por Redação “Quero meus privilégios porque o heterossexual agora está virando minoria. Não tem mais direito nenhum”. A declaração parece de um “bolsominion” das redes sociais mas, na verdade, foi proferida por um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para João Otávio de Noronha, que é corregedor nacional de Justiça, o “juiz constitucional não pode ser pautado pelas minorias”. “Hoje o nosso juiz constitucional não pode...

“Quero meus privilégios, porque os heterossexuais estão virando minoria. Não têm mais direito nenhum”. A frase não é de nenhum bolsominion da internet, mas do corregedor nacional de Justiça, João Otávio de Noronha

Por Redação

“Quero meus privilégios porque o heterossexual agora está virando minoria. Não tem mais direito nenhum”. A declaração parece de um “bolsominion” das redes sociais mas, na verdade, foi proferida por um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para João Otávio de Noronha, que é corregedor nacional de Justiça, o “juiz constitucional não pode ser pautado pelas minorias”.

“Hoje o nosso juiz constitucional não pode ser pautado pelas minorias só. Aliás eu já vi que quero meus privilégios porque o heterossexual agora está virando minoria. Não tem mais direito nenhum. Estamos criando isso”, disse Noronha, nesta segunda-feira (4), durante um evento que tinha como tema justamente o “ativismo judicial”.

Além da frase, que interlocutores informaram que foi proferida em tom de “brincadeira”, Noronha disse que é preciso medir os limites da intervenção do judiciário – o que, segundo ele, gera um estado de insegurança que é “indesejável”. “O juiz brasileiro tem que aprender a respeitar as normas jurídicas. As regras democráticas impõem uma rígida observância dos princípios constitucionais”.

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*Com informações do Jota e da Folha de S. Paulo

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