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11 de janeiro de 2018, 12h06

Para novo presidente do TJ de São Paulo não haverá julgamento de Lula dia 24

“Eu acho que ele não será julgado no dia 24 de janeiro porque a praxe dentro da advocacia cível ou criminal, em casos quetais, é pedir o adiamento para uma sustentação oral que é um direito que os advogados de defesa têm”, disse o desembargador

“Eu acho que ele não será julgado no dia 24 de janeiro porque a praxe dentro da advocacia cível ou criminal, em casos quetais, é pedir o adiamento para uma sustentação oral que é um direito que os advogados de defesa têm”, disse o desembargador Da Redação* O novo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, disse em entrevista ao Estadão, nesta quinta-feira (11), que o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, de Porto Alegre, no âmbito da Operação Lava Jato sobre o caso triplex do Guarujá, não deve...

“Eu acho que ele não será julgado no dia 24 de janeiro porque a praxe dentro da advocacia cível ou criminal, em casos quetais, é pedir o adiamento para uma sustentação oral que é um direito que os advogados de defesa têm”, disse o desembargador

Da Redação*

O novo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, disse em entrevista ao Estadão, nesta quinta-feira (11), que o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, de Porto Alegre, no âmbito da Operação Lava Jato sobre o caso triplex do Guarujá, não deve acontecer no próximo dia 24.

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“Eu acho que ele não será julgado no dia 24 de janeiro porque a praxe dentro da advocacia cível ou criminal, em casos quetais, é pedir o adiamento para uma sustentação oral que é um direito que os advogados de defesa têm”, disse o desembargador.

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Ele acrescentou ainda que, com a experiência que tem, “não haverá esse julgamento no dia 24. No meu modo de ver, particular, pessoal, haverá pedido de adiamento para sustentação oral. A minha expectativa é que o TRF4, um tribunal de altíssima qualidade, examine o recurso interposto pelo cidadão que foi condenado e, de acordo com as provas produzidas, mantenha ou reforme a decisão de acordo com a livre convicção dos desembargadores federais, extremamente preparados”, concluiu.

*Com informações do Estadão

Foto: Fotos Públicas

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