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14 de janeiro de 2018, 17h28

Passistas criam grupo de empoderamento: ”Nosso corpo não está disponível”

“Esse olhar que nos vê como objeto passa pela questão da não profissionalização das passistas. Não nos levam a sério”, diz Mirna Martins Moreira.

“Esse olhar que nos vê como objeto passa pela questão da não profissionalização das passistas. Não nos levam a sério”, diz Mirna Martins Moreira. Da Redação* Mirna Martins Moreira, 23 anos, passista desde os 4 e hoje estudante de Medicina da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), e mais três amigas sambistas – Rafaela Dias, Sabrina Ginga e Larissa Neves – criaram o Projeto Samba, Pretinha. O grupo já deu palestras em escolas municipais e nas quadras das escolas Paraíso do Tuiuti e Salgueiro, abordando, principalmente, o papel feminino no samba e a experiência da mulher como passista. Elas...

Esse olhar que nos vê como objeto passa pela questão da não profissionalização das passistas. Não nos levam a sério”, diz Mirna Martins Moreira.

Da Redação*

Mirna Martins Moreira, 23 anos, passista desde os 4 e hoje estudante de Medicina da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), e mais três amigas sambistas – Rafaela Dias, Sabrina Ginga e Larissa Neves – criaram o Projeto Samba, Pretinha. O grupo já deu palestras em escolas municipais e nas quadras das escolas Paraíso do Tuiuti e Salgueiro, abordando, principalmente, o papel feminino no samba e a experiência da mulher como passista. Elas falam sobre os aspectos que envolvem o empoderamento das sambistas. A informação é do blog do Ancelmo Gois, em O Globo.

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“Esse olhar que nos vê como objeto passa pela questão da não profissionalização das passistas. Não nos levam a sério. Usamos pouca roupa, mas nosso corpo não está disponível. Ele é nosso, ninguém pode terceirizar o que não é seu”, reflete Mirna.

*Com informações do blog do Ancelmo Gois

Foto: Divulgação

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