22 de novembro de 2018, 14h42

Paulo Guedes escolhe privatista Rubem Novaes para a presidência do Banco do Brasil

O economista, que foi dencunciado em 1999 por repassar informações ao mercado financeiro no caso Marka, já fazia parte da equipe de consultores da campanha de Bolsonaro, sendo responsável pelo programa de privatização.

Futuro superministro da Economia no governo Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Guedes escolheu mais um colega da Universidade de Chicago, berço do neoliberalismo, para comandar o Banco do Brasil. Guedes ainda deve submeter o nome de Rubem Novaes ao crivo do capitão da reserva. Para presidir a Petrobras, Guedes já bateu o martelo no nome de Roberto Castello Branco, que também é oriundo da escola neoliberal estadunidense. O economista, que foi dencunciado em 1999 por repassar informações ao mercado financeiro no caso Marka, já fazia parte da equipe de consultores da campanha de Bolsonaro, sendo responsável pelo programa de privatização. Ele...

Futuro superministro da Economia no governo Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Guedes escolheu mais um colega da Universidade de Chicago, berço do neoliberalismo, para comandar o Banco do Brasil. Guedes ainda deve submeter o nome de Rubem Novaes ao crivo do capitão da reserva. Para presidir a Petrobras, Guedes já bateu o martelo no nome de Roberto Castello Branco, que também é oriundo da escola neoliberal estadunidense.

O economista, que foi dencunciado em 1999 por repassar informações ao mercado financeiro no caso Marka, já fazia parte da equipe de consultores da campanha de Bolsonaro, sendo responsável pelo programa de privatização. Ele foi absolvido da acusação.

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Amigo de Guedes nas aulas da escola de Milton Friedman, Rubem de Freitas Novaes foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), presidente do SEBRAE e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em artigo de 2015 no jornal O Estado de S.Paulo, publicado no site do Instituto Milleniun, Novaes diz que “poucos se dão conta de que a intervenção estatal pode estar criando mais problemas que os que pretende resolver”.

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