17 de fevereiro de 2019, 10h39

Petição pela saída de ministro do Meio Ambiente já tem quase 300 mil assinaturas

Ricardo Salles foi condenado por improbidade administrativa e teve os direitos políticos suspensos por três anos

Foto: Reprodução/TV Cultura
A petição “Queremos a saída de Ricardo Salles” conta, até o momento, com 285.344 assinaturas. O ministro do Meio Ambiente é mais uma das figuras do primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro que tem se notabilizado pelas declarações polêmicas e problemas com a justiça. Salles foi condenado por improbidade administrativa e teve os direitos políticos suspensos por três anos. A sentença, proferida pelo juiz Fausto José Martins Seabra, determina ainda o pagamento de uma multa e a “proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios”. A condenação é resultado de uma ação...

A petição “Queremos a saída de Ricardo Salles” conta, até o momento, com 285.344 assinaturas. O ministro do Meio Ambiente é mais uma das figuras do primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro que tem se notabilizado pelas declarações polêmicas e problemas com a justiça.

Salles foi condenado por improbidade administrativa e teve os direitos políticos suspensos por três anos. A sentença, proferida pelo juiz Fausto José Martins Seabra, determina ainda o pagamento de uma multa e a “proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios”.

A condenação é resultado de uma ação civil pública ambiental e de improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público de São Paulo em maio de 2018. Salles ocupava então o cargo de secretário estadual do Meio Ambiente do governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

A ação está hoje no Supremo tribuna Federal (STF), pois Salles ganhou foro privilegiado. Por isso, ele continua como ministro.

Na última semana, Salles provocou nova polêmica ao afirmar, durante entrevista no programa “Roda Viva”, exibido pela TV Cultura, que nunca tinha visitado a Amazônia e não conhecia Chico Mendes. Disse, ainda, que ouviu de gente “do agronegócio” que a principal referência ambiental da Amazônia era um aproveitador que “usava os seringueiros”.

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