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27 de maio de 2018, 16h05

Petroleiros entram em greve para baixar preços do gás de cozinha e dos combustíveis

Segundo nota da Federação Única dos Petroleiros (FUP), “a atual política de reajuste dos derivados de petróleo, que fez os preços dos combustíveis dispararem, é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobrás”

Os trabalhadores do Sistema Petrobras anunciaram que entrarão em greve a partir da quarta-feira (30) para baixar os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata do presidente Pedro Parente. Segundo nota da Federação Única dos Petroleiros (FUP), “a atual política de reajuste dos derivados de petróleo, que fez os preços dos combustíveis dispararem, é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobrás”.  A nota diz ainda que “os culpados pelo caos são Pedro Parente e Michel Temer, que, intensifica a crise ao convocar as forças armadas para ocupar as...

Os trabalhadores do Sistema Petrobras anunciaram que entrarão em greve a partir da quarta-feira (30) para baixar os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata do presidente Pedro Parente.

Segundo nota da Federação Única dos Petroleiros (FUP), “a atual política de reajuste dos derivados de petróleo, que fez os preços dos combustíveis dispararem, é reflexo direto do maior desmonte da história da Petrobrás”.  A nota diz ainda que “os culpados pelo caos são Pedro Parente e Michel Temer, que, intensifica a crise ao convocar as forças armadas para ocupar as refinarias”.

Nesta segunda-feira, 28, a FUP e seus sindicatos realizarão um Dia Nacional de Luta, “com atos públicos e mobilizações em todo o Sistema Petrobras, denunciando os interesses que estão por trás da política de preços de combustíveis, feita sob encomenda para atender ao mercado e às importadoras de derivados”.

De acordo com a FUP, a gestão de Parente à frente da Petrobras abriu mão do mercado nacional de derivados para as importadoras, que hoje são responsáveis por um quarto de todos os combustíveis comercializados no país.

“O número de importadoras de derivados quadruplicou nos últimos dois anos, desde que Parente adotou preços internacionais, onerando o consumidor brasileiro para garantir o lucro do mercado. Em 2017, o Brasil foi inundado com mais de 200 milhões de barris de combustíveis importados, enquanto as refinarias, por deliberação do governo Temer, estão operando com menos de 70% de sua capacidade. O povo brasileiro não pagará a conta desse desmonte”, conclui a nota.

 

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