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24 de agosto de 2016, 09h44

PF prende presidente do PSDB de Goiás por desvio de dinheiro

Presidente da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) também foi preso; grupo teria desviado pelo menos R$ 4,5 milhões para pagamento de propinas e dívidas políticas.

Presidente da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) também foi preso; grupo teria desviado pelo menos R$ 4,5 milhões para pagamento de propinas e dívidas políticas Por Redação Afrêni Gonçalves, presidente do PSBD em Goiás, e o ex-secretário da Fazenda do estado e atual presidente da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago), José Taveira Rocha, estão entre os presos pela Operação Decantação, que cumpre 120 mandados de prisão preventiva, condução coercitiva e busca e apreensão em pelo mais dois estados: São Paulo e Santa Catarina. A ação teve início na manhã desta quarta-feira (24). A Polícia Federal investiga o grupo por desvio...

Presidente da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) também foi preso; grupo teria desviado pelo menos R$ 4,5 milhões para pagamento de propinas e dívidas políticas

Por Redação

Afrêni Gonçalves, presidente do PSBD em Goiás, e o ex-secretário da Fazenda do estado e atual presidente da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago), José Taveira Rocha, estão entre os presos pela Operação Decantação, que cumpre 120 mandados de prisão preventiva, condução coercitiva e busca e apreensão em pelo mais dois estados: São Paulo e Santa Catarina. A ação teve início na manhã desta quarta-feira (24).

A Polícia Federal investiga o grupo por desvio de recursos federais para o pagamento de propina e dívidas políticas. O valor movimentado chega a R$ 4,5 milhões. Pelo menos 300 policiais participam da operação. Ao todo, são 12 os mandados de prisão preventiva, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede do PSDB em Goiás e em sedes de empresas envolvidas no desvio ou beneficiadas pelo esquema.

A quadrilha agia com fraudes em licitação de uma empresa de consultoria por meio de dirigentes da Saneago. Os recursos desviados eram parte do Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC) e de financiamento da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

Os envolvidos devem responder por cinco crimes, de acordo com sua participação: peculato (desvio de dinheiro), corrupção ativa, corrupção passiva, fraude em processo de licitação e organização criminosa. Oito servidores públicos foram afastados de seus cargos.

Foto: Reprodução

 

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