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22 de agosto de 2017, 08h53

PM mata ex-mulher em São Paulo. É o terceiro feminicídio na cidade em dois dias

O caso ocorreu no bairro do Canindé, no Centro da cidade. A vítima estava em casa com o filho do casal, de sete anos.

O caso ocorreu no bairro do Canindé, no Centro da cidade. A vítima estava em casa com o filho do casal, de sete anos. Da Redação* Desta vez foi um policial militar. Ele matou a ex-mulher depois de uma discussão na região central da capital paulista nesta segunda-feira (22). É o terceiro caso de feminicídio em dois dias na cidade. O caso ocorreu no bairro do Canindé, no Centro da cidade. A vítima estava em casa com o filho do casal, de sete anos. Após o crime, o policial fugiu com a criança. Horas depois, porém, se entregou à polícia....

O caso ocorreu no bairro do Canindé, no Centro da cidade. A vítima estava em casa com o filho do casal, de sete anos.

Da Redação*

Desta vez foi um policial militar. Ele matou a ex-mulher depois de uma discussão na região central da capital paulista nesta segunda-feira (22). É o terceiro caso de feminicídio em dois dias na cidade.

O caso ocorreu no bairro do Canindé, no Centro da cidade. A vítima estava em casa com o filho do casal, de sete anos.

Após o crime, o policial fugiu com a criança. Horas depois, porém, se entregou à polícia.

Também nesta segunda-feira, uma mulher foi morta estrangulada pelo namorado na tarde desta na Zona Sul da cidade. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu na Rua José Alves da Silva, 12, no Jardim Ângela.

O pai do agressor procurou a Guarda Civil Metropolitana para dizer que seu filho havia estrangulado a namorada em um barraco e fugido. O suspeito foi encontrado, detido e o caso registrado no 47 Distrito Policial.

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Na madrugada deste domingo (20), o delegado Cristian Lanfredi, 42, que atuava na Assembleia Legislativa de São Paulo, matou a mulher, Cláudia Zerati, juíza, titular da 2ª Vara do Trabalho de Franco da Rocha, e depois se suicidou no apartamento do casal, na Zona Oeste.

Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região (Amatra) divulgaram nota para manifestar “indignação” pela morte da juíza “O machismo mata”, diz o texto.

De acordo com a Lei do Femicídio, sancionada por Dilma Roussef em março de 2015 (foto), considera-se que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve: violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

*Com informações do G1

Foto: Luis Macedo/ Câmara dos Deputados

 

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