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13 de agosto de 2007, 17h42

Pochmann quer recolocar Ipea para pensar o desenvolvimento

Na véspera da posse, ele demonstra, porém, cautela para falar de seu plano de ação. "Quero construir uma transição para entender a agenda colocada e construir diálogo com a equipe muito qualificada do insitituto"

Na véspera da posse, ele demonstra, porém, cautela para falar de seu plano de ação. “Quero construir uma transição para entender a agenda colocada e construir diálogo com a equipe muito qualificada do insitituto” Por Redação Marcio Pochmann assume nesta terça-feira, 14, a direção do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea). Professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e colunista da revista Fórum, o economista pretende fortalecer o Ipea para pensar o futuro do Brasil. Ele substitui Luiz Henrique Proença Soares. A indicação partiu do ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, Mangabeira Unger. “Só o conheço como acadêmico,...

Na véspera da posse, ele demonstra, porém, cautela para falar de seu plano de ação. “Quero construir uma transição para entender a agenda colocada e construir diálogo com a equipe muito qualificada do insitituto”

Por Redação

Marcio Pochmann assume nesta terça-feira, 14, a direção do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea). Professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e colunista da revista Fórum, o economista pretende fortalecer o Ipea para pensar o futuro do Brasil. Ele substitui Luiz Henrique Proença Soares.

A indicação partiu do ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, Mangabeira Unger. “Só o conheço como acadêmico, é a primeira vez que trabalho com ele”, explica Pochmann em entrevista à Fórum. A pasta foi criada por Medida Provisória editada em junho pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inclui o instituto como entidade vinculada.

“Minha perspectiva é de fortalecer o Ipea em seu papel estratégico de pensar o Brasil”, declarou Pochmann. Ele defende a valorização e potencialização o instituto para pensar o país em sua totalidade. “Queremos recompor o Ipea na perspectiva que foi criado há 40 anos, construindo cenários e diálogo do futuro”, sustenta.

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Apesar do tom de mudança, o economista mantém a cautela ao falar de seu plano de ações. “Quero fazer uma transição e entender a agenda colocada, até para construir um diálogo com a equipe muito qualificada do Ipea.”

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