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15 de maio de 2019, 21h02

Polícia ataca manifestantes com bombas e gás lacrimogêneo no Rio

A ação policial segue a política de violência impetrada pelo governador Wilson Witzel

Foto e vídeos: O Santo Jorge
A polícia atacou as pessoas que protestavam contra o desmonte na educação, na noite desta quarta-feira (15), nas ruas do Rio de Janeiro. Os manifestantes receberam bombas e gás lacrimogêneo da polícia enquanto faziam sua mobilização. Houve correria, pessoas feridas e passando mal. A ação policial segue a política de violência impetrada pelo governador Wilson Witzel. As ruas do Rio foram tomadas por milhares de pessoas, que demonstravam indignação contra os cortes na educação promovidos por Jair Bolsonaro e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. Com cartazes e gritos de ordem, os manifestantes se concentraram na Candelária desde às 15...

A polícia atacou as pessoas que protestavam contra o desmonte na educação, na noite desta quarta-feira (15), nas ruas do Rio de Janeiro. Os manifestantes receberam bombas e gás lacrimogêneo da polícia enquanto faziam sua mobilização.

Houve correria, pessoas feridas e passando mal. A ação policial segue a política de violência impetrada pelo governador Wilson Witzel.

As ruas do Rio foram tomadas por milhares de pessoas, que demonstravam indignação contra os cortes na educação promovidos por Jair Bolsonaro e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Com cartazes e gritos de ordem, os manifestantes se concentraram na Candelária desde às 15 horas, e seguiram em passeata, por volta das 17h50, para a Central do Brasil, passando por várias ruas e avenidas da cidade.

Todas as pistas da Avenida Presidente Vargas foram tomadas por estudantes. A capital registrou, ainda, protestos no Colégio Pedro II, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) e na Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Veja também:  O Congresso e as ruas no governo Bolsonaro, por Rafael Moreira

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