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23 de março de 2019, 09h32

Polícia chilena usa bombas para interromper protestos contra Bolsonaro

Manifestação ocorreu nesta sexta (22) e reuniu cerca de mil pessoas a poucos metros do Palácio de La Moneda, sede do governo

Foto: José Dias/PR/Agência Brasil
A polícia chilena usou bombas de gás para interromper o protesto que reuniu cerca de mil pessoas, nesta sexta-feira (22), contra o presidente Jair Bolsonaro no centro de Santiago, no Chile, a poucos metros do Palácio de La Moneda, sede do governo. A manifestação contou com a participação de militantes dos movimentos feminista, LGBT, sindicatos e partidos de esquerda. O movimento seguia pacífico até a intervenção dos policiais, sem aviso, que começaram a atirar bombas e disparar jatos d’água. Um grupo de manifestantes reagiu jogando pedras. Aparentemente ninguém ficou ferido. Com cartazes escritos “Você aqui não é bem-vindo, fora daqui”...

A polícia chilena usou bombas de gás para interromper o protesto que reuniu cerca de mil pessoas, nesta sexta-feira (22), contra o presidente Jair Bolsonaro no centro de Santiago, no Chile, a poucos metros do Palácio de La Moneda, sede do governo.

A manifestação contou com a participação de militantes dos movimentos feminista, LGBT, sindicatos e partidos de esquerda. O movimento seguia pacífico até a intervenção dos policiais, sem aviso, que começaram a atirar bombas e disparar jatos d’água.

Um grupo de manifestantes reagiu jogando pedras. Aparentemente ninguém ficou ferido. Com cartazes escritos “Você aqui não é bem-vindo, fora daqui” e com fotos de Marielle Franco, os ativistas entoavam cânticos e palavras de ordem contra a visita do brasileiro ao país.

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